O jogo “Eu Autônomo” como um instrumento de reflexão para a aprendizagem de línguas estrangeiras
DOI:
https://doi.org/10.26512/rhla.v18i1.25025Palabras clave:
autonomia, conscientização do processo de aprendizagem, aprendizagem de línguas estrangeirasResumen
Autonomia na aprendizagem de línguas é essencial para o desenvolvimento da competência em língua estrangeira. Impossível aprender uma língua sem executar, de forma contínua, ações que vão muito além daquelas demandadas por um professor. No entanto, organizar metacognitivamente o processo de autonomização sempre foi um desafio para grande parte dos estudantes. Tassinari (2015) propõe um modelo que visa auxiliar nesse processo. Este artigo, além de discutir as bases individuais do processo de autonomização, transforma o modelo proposto em um jogo a ser executado coletivamente. O texto mostra como isso foi feito e os resultados de um emprego experimental do mesmo em uma turma de aprendentes de níveis diferentes. Os resultados mostram que houve uma maior conscientização, por parte dos estudantes, do que significa aprender uma língua e quais as diferentes dimensões que precisam ser mobilizadas para que essa aprendizagem seja eficiente.
Descargas
Citas
BENSON, Phil. Teaching and researching autonomy in language learning. 1ª Ed. Harlow: Longman, 2001.
BENSON, Phil. Teaching and researching autonomy in language learning. 2ª Ed. Harlow: Longman, 2011.
BENSON, Phil.; COOKER, Lucy. (Orgs.) The applied linguistic individual: Sociocultural approaches to identity, agency and autonomy. Bristol: Equinox, 2013.
DAM, Leni. Developing learner autonomy: the teacher’s responsibility. In: LITTLE, David; RIDLEY, Jennifer; USHIODA, Ema (Ed.). Learner Autonomy in the Foreign Language Classroom. Dublin: Autentik, 2003. p. 135-146.
FRANCO, Cláudio P. Autonomia na aprendizagem de inglês: um estudo de caso com nativos digitais sob as lentes do caos e da complexidade. 2013. 201f. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada) ”“ Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2013.
HOLEC, Henri. Autonomy in foreign language learning. Oxford: Pergamon, 1981.
KASDORF, Luiza. Jogos no ensino de língua estrangeira. 2013. 58f. Monografia (Especialização em Ensino de Línguas Estrangeiras Modernas) ”“ Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2013.
PAIVA, Vera L. M. O. Autonomia e complexidade. Linguagem & Ensino, v. 9, n. 1, 2006. p. 77-127.
TASSINARI, Maria Giovanna. Assessing Learner Autonomy: a Dynamic Model. In: EVERHARD, Carol J.; MURPHY, Linda. (Eds.). Assessment and Autonomy in Language Learning. New York: Palgrave McMillan, 2015. p. 64-88.
TATZL, Dietmar. A systemic view of learner autonomy. In: GKONOU, Christina; TATZL, Dietmar; MERCER, Sarah (Orgs.) New directions in language learning psychology. Graz: Springer, 2016. p. 39-54.
VAN LIER, L. The Ecology and Semiotics of Language Learning. A Sociocultural Perspective. Boston: Kluwer, 2004.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2019 Revista Horizontes de Linguistica Aplicada

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Los artículos publicados por la Revista Horizontes de Linguística Aplicada están licenciados bajo una Licencia Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0 Internacional.
Al publicar en Horizontes de Linguística Aplicada, los autores aceptan la transferencia de los derechos de autor patrimoniales a la revista. Los autores mantienen sus derechos morales, incluido el reconocimiento de la autoría.
Autores y lectores son libres de:
Compartir — copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato
Bajo los siguientes términos:
- Atribución — Usted debe dar crédito de manera adecuada , brindar un enlace a la licencia, e indicar si se han realizado cambios . Puede hacerlo en cualquier forma razonable, pero no de forma tal que sugiera que usted o su uso tienen el apoyo de la licenciante.
- NoComercial — Usted no puede hacer uso del material con propósitos comerciales .
- SinDerivadas — Si remezcla, transforma o crea a partir del material, no podrá distribuir el material modificado.
- No hay restricciones adicionales — No puede aplicar términos legales ni medidas tecnológicas que restrinjan legalmente a otras a hacer cualquier uso permitido por la licencia.
