Narrativas orales en la investigación con niños: inspiraciones en la epistemología cualitativa de González Rey
DOI:
https://doi.org/10.26512/lc31202556166Palabras clave:
Niños pequeños, Metodología de investigación, EpistemologíaResumen
La metodología de investigación con niños es un tipo de investigación en constante debate, dadas las especificidades de los niños, especialmente los pequeños. Así, en este artículo, el objetivo es proponer y analizar un procedimiento de investigación con niños pequeños en el entorno escolar denominado Narrativas Dialógicas Espontáneas. La metodología implica la investigación de campo en un Centro Municipal de Educación Infantil del municipio de Natal-RN, en una clase de preescolar. El procedimiento se propuso a partir del diálogo entre las perspectivas de la investigación con niños y la Epistemología Cualitativa de González Rey. Su destaque, en la metodología de investigación con niños, está en el diálogo activo más allá de la escucha, en la participación observadora y en la construcción de escenarios sociales de investigación mediados por la espontaneidad y la ludicidad. Se constata que este procedimiento es fructífero para la producción de información, ya que potencia la elaboración de narrativas orales de los niños.
Descargas
Citas
Abramowicz, A., & Oliveira, F. D. (2010). A Sociologia da Infância no Brasil: uma área em construção. Educação (UFSM), 1(1), 39-52. https://doi.org/10.5902/198464441602
Bruner, J. (1997). Atos de significação. Artes Médicas.
Corsaro, W. (2009). Reprodução interpretativa e cultura de pares. Em: Muller, F., & Carvalho, A. M. A. Teoria e prática na pesquisa com crianças: diálogos com Willian Corsaro (pp. 31-50). Cortez.
Evangelista, N. S., & Marchi, R. C. (2022). Sociologia da infância e reprodução interpretativa: um modelo redondo do desenvolvimento infantil. Educação e Pesquisa, 48, 1-17. https://doi.org/10.1590/s1678-4634202248241891por
Ferreira, M. (2010). “Ela é a nossa prisioneira!” questões teóricas, epistemológicas e ético-metodológicas a propósito dos processos de obtenção da permissão das crianças pequenas numa pesquisa etnográfica. Reflexão e Ação, 18(2), 151-182. https://doi.org/10.17058/rea.v18i2.1524
Friedmann, A. (2020). A vez e a voz das crianças: escutas antropológicas e poética das infâncias. Panda Books.
González Rey, F. (2011). Subjetividade e saúde: superando a clínica da patologia. Cortez.
González Rey, F. (2012). Pesquisa Qualitativa e Subjetividade: os processos de construção da informação. Cengage Learning.
González Rey, F. (2017). Epistemología Cualitativa y Subjetividad. EDUC.
González Rey, F. (2019). A Epistemologia Qualitativa 20 anos depois. Em: Mitjáns Martínez, A., González Rey, F., & Puentes, R. V. (orgs). Epistemologia Qualitativa e Teoria da Subjetividade: discussões sobre educação e saúde (pp. 2-46). EDUFU.
Larrosa, J. (2003). Pedagogia profana: danças, piruetas e mascaradas. Autêntica.
Machi, R. C. (2018). Pesquisa Etnográfica com Crianças: participação, voz e ética. Educação & Realidade, 43(2), 127-746. https://doi.org/10.1590/2175-623668737
Mitjáns Martínez, A. (2014). Um dos desafios da Epistemologia Qualitativa: a criatividade do pesquisador. Em: Mitjáns Martínez, A., Neubern, M., & Mori, V. Subjetividade contemporânea: discussões epistemológicas e metodológicas (pp. 13-33). Alínea.
Mitjáns Martínez, A. (2019). Epistemologia Qualitativa: dificuldades, equívocos e contribuições para outras formas de pesquisa qualitativa. Em: Mitjáns Martínez, A., González Rey, F., & Puentes, R. V. (orgs). Epistemologia Qualitativa e Teoria da Subjetividade: discussões sobre educação e saúde (pp. 47-69). EDUFU.
Mitjáns Martínez, A. (2022). A obra de Fernando González Rey: gênese, desenvolvimento e desafios atuais. Em: Mitjáns Martínez, A., Tacca, M. C. V. R., & Puentes, R. V. (orgs.). Teoria da Subjetividade como perspectiva critica: desenvolvimento, implicações e desafios atuais (pp. 21-43). Alinea.
Muller, F., & Carvalho, A. M. A. (2009). Teoria e prática na pesquisa com crianças: diálogos com Willian Corsaro. Cortez.
Perroni, M. C. (1983). Desenvolvimento do discurso narrativo. [Tese de Doutorado, Universidade Estadual de Campinas]. Repositório institucional da UNICAMP. https://doi.org/10.47749/T/UNICAMP.1983.51497
Rossato, M., Martins, L. R., & Mitjáns Martínez, A. (2014). A construção social da pesquisa no contexto da Epistemologia Qualitativa. Em: Mitjáns Martínez, A., Neubern, M., & Mori, V. Subjetividade contemporânea: discussões epistemológicas e metodológicas (pp. 35-59). Alínea.
Sarmento, M. J. (2007). Visibilidade social e estudo da infância. Em: Vasconcellos, V. M. R., & Sarmento, M. J. (orgs.). Infância (in)visível. J&M Martins.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Silvana de Medeiros da Silva, Albertina Mitjáns Martínez, Mariangela Momo, Daniel Medeiros dos Santos

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.

Todas as publicações da revista Linhas Críticas serão licenciadas sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0). Isso significa que qualquer pessoa tem o direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato;
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
As pessoas autoras não podem revogar estes direitos desde que sejam respeitados os termos da licença.
Conforme os termos:
Atribuição — as pessoas leitoras devem atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença, e indicar se foram feitas alterações. As pessoas leitoras podem fazê-lo de qualquer forma razoável, mas não de uma forma que sugira que o licenciante o apoia ou aprova o seu uso.
Sem restrições adicionais — as pessoas autoras não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.
Autores/as que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Pessoas autoras mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Pessoas autoras têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Pessoas autoras têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais, repositórios préprint ou na sua página pessoal) qualquer ponto antes do envio da versão final do artigo à revista, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
