Percepciones sobre el Design Thinking en el debate sobre soluciones para las inundaciones

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.26512/lc32202658828

Palabras clave:

Design Thinking, Enseñanza de la química, Estudiantes de secundaria, Metodologías

Resumen

El Design Thinking se configura como una metodología activa centrada en el estudiante, que favorece el desarrollo de competencias personales e interpersonales, tales como la motivación, la colaboración y la comunicación. De este modo, el objetivo de este artículo fue investigar las percepciones de los estudiantes de tercer año de secundaria sobre la aplicación del Design Thinking en la solución de los problemas de inundaciones que se produjeron en Pernambuco. Para ello, se llevó a cabo una investigación de enfoque cualitativo-descriptivo, mediada por un estudio de caso, en tres pasos: aplicación en el aula; aplicación del cuestionario de evaluación sobre la metodología; análisis de las percepciones de los estudiantes sobre el Design Thinking. Los resultados indican que, para los estudiantes, el uso del Design Thinking resultó importante, ya que propició la participación del profesor y los estudiantes y convirtió a estos últimos en los principales agentes de su aprendizaje. Se concluye que los estudiantes perciben el Design Thinking como una metodología que estimula la creatividad, la empatía y la colaboración, elementos que forman parte del aprendizaje activo.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Rhaysa Myrelle Farias do Nascimento, Universidad Federal Rural de Pernambuco, Recife, Brasil

Maestría en enseñanza de las ciencias del Programa de Postgrado en Enseñanza de las Ciencias (PPGEC) en el área de metodologías activas con enfoque en Design Thinking en Universidad Federal Rural de Pernambuco (2025). Estudiante de doctorado en enseñanza de ciencias en el PPGEC. Beca de Iniciación Científica (PIBIC/UFRPE/CNPq) en Enseñanza de la Química [2020-2022], becaria FACEPE (vigente) e investigadora del grupo de investigación LEUTEQ. Correo electrónico: rhysa.farias@ufrpe.br

Bruno Silva Leite, Universidad Federal Rural de Pernambuco, Recife, Brasil

Doctorado en Química Computacional en Universidad Federal Rural de Pernambuco (2016). Profesor de Química y Tecnologías en la Enseñanza de la Química de la Universidad Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Docente permanente en el programa de posgrado en Enseñanza de las Ciencias (PPGEC), en el Doctorado en Docencia de la Red Educativa del Nordeste (RENOEN) y en la Maestría Profesional en Química en Red Nacional (PROFQUI), todos en la UFRPE. Coordina los grupos de investigación LEUTEQ (Laboratorio de Educación Ubicua y Tecnológica en la Enseñanza de la Química) e InPraMEC (Investigación de Prácticas Metodológicas en la Enseñanza de las Ciencias) del directorio del grupo CNPq y es investigador colaborador del Núcleo SEMENTE y de la Red Latinoamericana de Investigación en Educación Química (RELAPEQ). Director de la División de Docencia de la Sociedad Brasileña de Química (SBQ). Correo electrónico: brunoleite@ufrpe.br

Citas

Amorim, G. C. (2021) Química verde no ensino médio integrado: oficinas temáticas (Dissertação de mestrado) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins, Palmas, TO.

Bacich, L., & Moran, J. (2018). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Penso Editora.

Basílio, E. F., & Ribeiro, L. T. F. (2021). Ensinar exige: pressupostos necessários à prática docente sob a ótica da pedagogia da autonomia de Paulo Freire. Humanidades & Inovação, 8, 93. https://revista.unitins.br/index.php/humanidadeseinovacao/article/view/2825

Brasil. (1999). Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999: Institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9795.htm

Brasil. (2018). Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação. http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=79611-anexo-texto-bncc-aprovado-em-15-12-17-pdf&category_slug=dezembro-2017-pdf&Itemid=30192

Cavalcanti, C. C., & Filatro, A. (2016). Design Thinking na educação presencial, a distância e corporativa. Saraiva.

Conselho Nacional de Saúde (2012). Resolução n° 466, de 12 de dezembro de 2012. Brasília, DF. https://conselho.saude.gov.br/

Dal-Farra, R. A., & Valduga, M. (2012). A educação ambiental na formação continuada de professores: as práticas compartilhadas de construção. Linhas Críticas, 18(36), 395–415. https://doi.org/10.26512/lc.v18i36.3950

Diesel, A., & Baldez, A. L. S. & Martins, S. N. (2017). Os princípios das metodologias ativas de ensino: uma abordagem teórica. Revista Thema, 14(1), 268-288. https://periodicos.ifsul.edu.br/index.php/thema/article/view/404

Fragoso, M. J., & Coutinho, D. J. G. (2025). Educação ambiental: formação de cidadãos conscientes nas escolas. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 11(7), 1577–1589. https://doi.org/10.51891/rease.v11i7.20336

Ideo. (2013). Design Thinking para educadores. Instituto educa digital. https://arquivos.safernet.org.br/pdfs/design-thinking-para-educadores-livro-completo.pdf

Leite, B. S. (2018). Aprendizagem Tecnológica Ativa. Revista Internacional de Educação Superior, 4(3), 580-609. http://doi.org/10.20396/riesup.v4i3.8652160

Leite, B. S. (2021). Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas: Quais são conhecidas pelos professores e quais são possíveis na educação? VIDYA, 41(1), 185-202. https://doi.org/10.37781/vidya.v41i1.3773

Leite, B. S. (2022). Tecnologias Digitais na Educação: da formação à aplicação. Livraria da Física.

Minayo, M. C. S. (2001). Ciência, Técnica e Arte: o desafio da pesquisa social. Em M. C. S. Minayo (org.). Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade (pp. 09-30). Vozes.

Morán, J. (2015). Mudando a educação com metodologias ativas. Coleção mídias contemporâneas. Convergências midiáticas, educação e cidadania: aproximações jovens, 2(1), 15-33. https://moran.eca.usp.br/wp-content/uploads/2013/12/mudando_moran.pdf

Nascimento, R. M. F., & Leite, B. S. (2021). Design Thinking no ensino de ciências da natureza - quais são objetivos e aplicações nos trabalhos publicados entre 2010 e 2020? Revista UFG, 21(27), e21.696572. https://doi.org/10.5216/REVUFG.V21.69657

Nunes, N. A., & Banhal, A. E. (2022). A educação ambiental como caminho para o desenvolvimento sustentável. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 8(1), 1547–1570. https://doi.org/10.51891/rease.v8i1.4000

Omachi, N. A., & Silva, C. H., & Cunha, M. B. (2025). Como o Tema “Metodologias Ativas” se constitui no discurso dos professores durante um processo de formação continuada. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, 27, e53308. https://doi.org/10.1590/1983-2117-53308

Pernambuco. (2013). Parâmetros Curriculares de Química – Ensino Médio. Recife. https://portal.educacao.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Organizador_Curricular_FBG_Quimica.pdf

Rosa, C. T. W., & Ghiggi, C., & Mota, A. R. (2021). Metodologias ativas e autonomia: uma revisão das pesquisas brasileiras em educação. Caminhos da Educação Matemática em Revista, 11(4), 24-46. https://periodicos.ifs.edu.br/periodicos/caminhos_da_educacao_matematica/article/view/1143

Sasseron, L. H., & Machado, V. F. (2023). Alfabetização científica na prática: inovando a forma de ensinar física. LF Editorial.

Severino, A. J. (2007). Metodologia do trabalho científico. Cortez.

Silva Neto, S. L., & Leite, B. S. (2020). A concepção de um professor designer: analisando um caso do curso de licenciatura em química. Revista de Educação, Ciências e Matemática, 10(2), 126-146. http://publicacoes.unigranrio.edu.br/index.php/recm/article/view/5413

Silva Neto, S. L., & Leite, B. S. (2023). Design Thinking aplicado como metodologia para a solução de problemas no ensino de Química: um estudo de caso a partir de uma problemática ambiental. Ciência & Educação (Bauru), 29, e23043. https://doi.org/10.1590/1516-731320230043

Silva, G. J. F., & Gomes, T. J. G. (2020). Utilizando o mapa de empatia do design thinking no processo de ensino-aprendizagem. Em F. A. Lopes (Org.). Inteligência computacional na indústria e no agronegócio (pp. 1-20). Sociedade brasileira de computação. https://doi.org/10.5753/sbc.7062.7.2

Souza, T. V. P., Souza, E. V. P., Silva, T. G. N., Silva, D. M., & Ribeiro, M. E. N. P. (2015). Proposta educativa utilizando o jogo RPG maker: estratégia de conscientização e de aprendizagem da química ambiental. Holos, 8, 98-112. https://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/HOLOS/article/view/1844.

United Nations. (2015). Transforming our world: the 2030 agenda for sustainable development. United Nations. https://sdgs.un.org/2030agenda

Versuti, F. M., & Mulle, R. L. D., & Padovan-Neto, F. E., & Incrocci, R. M. (2021). Metodologias ativas e a autorregulação da aprendizagem: reflexões em tempos de pandemia. Linhas Críticas, 27, e39024. https://doi.org/10.26512/lc27202139024

Yin, R. K. (2015). Estudo de Caso: Planejamentos e Métodos. Bookman.

Zanella, L. C. H. (2009). Metodologia de estudo e de pesquisa em administração. CAPES, UAB.

Publicado

2026-04-01

Cómo citar

Nascimento, R. M. F. do, & Leite, B. S. (2026). Percepciones sobre el Design Thinking en el debate sobre soluciones para las inundaciones. Linhas Críticas, 32, e58828. https://doi.org/10.26512/lc32202658828

Número

Sección

Artículos

Artículos similares

<< < 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 > >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.