Atuação da enfermagem na escola na perspectiva de professores da Educação Básica
DOI:
https://doi.org/10.26512/lc.v24i0.18968Palavras-chave:
Enfermagem, Educação Básica, Promoção da SaúdeResumo
A atuação da enfermagem em escolas contribui para o desenvolvimento e a manutenção de hábitos de vida saudáveis dos escolares. Analisa-se as ações de promoção da saúde na escola sob a perspectiva do professor da educação básica. Trata-se de um estudo qualitativo. Participaram 28 professores de três escolas públicas de um município paulista, campos de estágio dos estudantes de enfermagem. Realizou-se 6 grupos focais. Os dados foram analisados seguindose a unidade de análise temática de Vigotski. As atividades foram consideradas como importantes na redefinição de hábitos de vida e modos de cuidado. A contribuição original do estudo reside: no exame de uma prática pouco explorada no campo da formação do enfermeiro no Brasil; na avaliação de outra categoria profissional do cenário prático sobre esse tipo de atuação.
Downloads
Referências
Alvarenga, W. A., Silva, M.E.D.C., Silva, S. S., Barbosa, L. D. C. S. (2012). Ações de educação em saúde realizadas por enfermeiros na escola: a percepção dos pais. Revista Mineira de Enfermagem, 16(4), 522-527.
Barros, J. P. P. (2013). Biopolítica e educação: relações a partir das discursividades sobre saúde na escola. Educação & Realidade, 38(1), 361-381.
Casemiro, J. P., Fonseca, A. B. C., Secco, F. V. M. (2014). Promover saúde na escola: reflexões a partir de uma revisão sobre saúde escolar na América Latina. Ciência e Saúde Coletiva, 19(3), 829-840.
Coelho, E. A. C., Andrade, M. L. S., Vitoriano, L. V. T., Souza, J. J., Silva, D. O., Gusmão, M. E. N., Nascimento, E. R., Almeida, M. S. (2012). Associação entre gravidez não planejada e o contexto socioeconômico de mulheres em área da Estratégia Saúde da Família. Acta Paulista de Enfermagem, 25 (3), 415-422.
Coelho, M. M. F., Torres, R. A. M., Miranda, K. C. L., Cabral, R. L., Almeida, L. K. G. & Queiroz, M. V. O. (2012). Educação em Saúde com Adolescentes: compartilhando vivências e reflexões. Ciência, Cuidado e Saúde, 11(2), 390-395.
Ferraro, M. R. M. (2011). A concepção de professores sobre saúde na escola. Dissertação Mestrado. Ribeirão Preto: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, SP.
Fortuna, C. M., Gonçalves, M. F. C., Silva, M. A. I., Santos, R. A. (2012). A produção de narrativas crítico-reflexivas nos portfólios de estudantes de enfermagem. Revista Escola de Enfermagem da USP, 46(2), 452-459.
Gonçalves, M. F. C., Santos, R. A., Silva, M. A. I., Andrade, L. S. (2014). ExperienceBased Learning in Nursing Teacher Education: A Historical-Cultural Research Study. American Journal of Educational Research, 2(5):316-324.
Gatti, B. A. (2012). Grupo focal na pesquisa em Ciências Sociais e Humanas. Brasília: Liber.
Maciel, E. L. N., Oliveira, C. B., Frechiani, J. M., Sales, C. M. M., Brotto, L. D. A., Araújo, M. D. (2010). Projeto Aprendendo Saúde na Escola: a experiência de repercussões positivas na qualidade de vida e determinantes da saúde de membros de uma comunidade escolar em Vitória, Espírito Santo. Ciência e Saúde Coletiva, 15(2), 389-396.
Maia, L. S., Santos Jr, E. A., Fonseca, T. K., Silva, M. A. I., Gonçalves, M. F. C. (2013). Atividades educativas em saúde na educação básica: um estudo a partir da inserção de estudantes de licenciatura em enfermagem na escola. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, 8(3), 662-666.
Malta, D. C., Silva, M. M. A., Albuquerque, G. M., Lima, C. M., Cavalcante, T., Jaime, P. C., Silva Jr., J. B. (2014). A implementação das prioridades da Política Nacional de Promoção da Saúde, um balanço, 2006 a 2014. Ciência e Saúde Coletiva, 19(11), 4301-12.
Neira, M. G. A. (2011). Proposta Curricular do Estado de São Paulo na perspectiva dos saberes docentes. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, 25: 23-27
Novaes, C. B., Gonçalves, M. F. C. (2016). Promoção da saúde na educação básica: possibilidades e desafios para a licenciatura em enfermagem. In: Gonçalves, M. F. C., Andrade, L. S., Silva, M. A. I. Promoção da Saúde na Educação Básica e a Licenciatura em Enfermagem. São Paulo: Iglu, 74-95.
Oliveira-Campos, M., Nunes, ML, Madeira, F. C., Santos, M. G., Bregmann, S. R., Malta, D. C. Giatti, L., Barreto, S. M. (2014). Comportamento sexual em adolescentes brasileiros, Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2012). Revista Brasileira Epidemiologia, 25(17), 116-130.
Oliveira, P. R. (2013). O papel do enfermeiro no processo educativo em saúde na educação infantil: concepções de educadores e enfermeiros. Dissertação de Mestrado. Cuiabá: Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, MT, Brasil.
Rasche, A. S. & Santos, M. S. S. (2013). Enfermagem Escolar e sua Especialização: uma nova ou antiga atividade. Revista Brasileira de Enfermagem, 66(4), 607-610.
Resolução CNE/CES nº 3, de 7 dezembro 2001. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Superior. Brasília, DF. Recuperado em 1 dezembro 2017, de http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES03.pdf
Souza, M. M., Munari, D. B., Souza, S. M. B., Esperidião, E. & Medeiros, M. (2010). Qualificação de Professores do Ensino Básico para Educação Sexual por meio da Pesquisa-Ação. Ciência, Cuidado e Saúde, 9(1), 91-98.
Vigotski, L. S. (2014). A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes.
Silva, M. A. I., Pereira, B., Mendonca, D., Nunes, B., Oliveira, W. A. (2013). The involvement of girls and boys with bullying: an analysis of gender differences. International Journal of Environmental Research and Public Health, 10(12), 68206831.
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2018 Revista Linhas Críticas

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Todas as publicações da revista Linhas Críticas serão licenciadas sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0). Isso significa que qualquer pessoa tem o direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato;
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
As pessoas autoras não podem revogar estes direitos desde que sejam respeitados os termos da licença.
Conforme os termos:
Atribuição — as pessoas leitoras devem atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença, e indicar se foram feitas alterações. As pessoas leitoras podem fazê-lo de qualquer forma razoável, mas não de uma forma que sugira que o licenciante o apoia ou aprova o seu uso.
Sem restrições adicionais — as pessoas autoras não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.
Autores/as que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Pessoas autoras mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Pessoas autoras têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Pessoas autoras têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais, repositórios préprint ou na sua página pessoal) qualquer ponto antes do envio da versão final do artigo à revista, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
