La práctica docente en letras: el desafío de la lectura literaria en el contexto de la enseñanza remota
DOI:
https://doi.org/10.26512/lc31202554838Palabras clave:
Enseñanza, Literatura, Prácticas docentesResumen
El artículo se desarrolló a partir de las siguientes preguntas: ¿qué textos literarios, estrategias de lectura y recursos tecnológicos utilizaron los pasantes del curso de Letras durante la enseñanza remota? ¿En qué medida estos elementos promovieron la lectura literaria como una posibilidad de apreciación estética? Se trata de una investigación documental, basada en un corpus compuesto por diez informes de prácticas docentes en la Educación Secundaria, elaborados entre 2020 y 2021 por estudiantes de Letras de una universidad pública de Santa Catarina (Brasil). Los resultados indican que, en el contexto online, las estrategias de enseñanza de la literatura aún se asemejan a las utilizadas en las clases presenciales, centradas en la lectura de fragmentos de textos y en la historiografía. Los pasantes enfrentaron desafíos para fomentar la participación de los estudiantes en clases síncronas y lograr su implicación en actividades y debates en las plataformas virtuales.
Descargas
Citas
Barthes, R. (1993). O prazer do texto. Perspectiva.
Bosi, A. (1970). História concisa da literatura brasileira. Cultrix.
Brasil. (2002). Resolução n. 01 de 18 de fevereiro de 2002. Conselho Nacional de Educação. Ministério da Educação. https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/view/CNE_RES_CNECPN12002.pdf?query=curso%20de%20n%C3%ADvel%20b%C3%A1sico
Brasil. (2006). Orientações Curriculares Nacionais. Ministério da Educação. http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/book_volume_01_internet.pdf
Brasil. (2015). Resolução n. 02 de 1º de julho de 2015. Conselho Nacional de Educação. Ministério da Educação. https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/view/CNE_RES_CNECPN22015.pdf?query=resolu%5Cu00e7%5Cu00e3o
Candido, A. (1957). Formação da literatura brasileira. Livraria Martins Editora.
Candido, A. (2004). Vários escritos. Duas Cidades/Ouro sobre azul.
Coelho, N. N. (2000). Literatura infantil: teoria, análise, didática. Moderna.
Compagnon, A. (2010). O demônio da teoria. UFMG.
Dalvi, M. A. (2019). Criatividade na BNCC e em pesquisas atinentes à educação literária: indagações e desvelamentos. Revista do Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade de Passo Fundo, 15(2), 283-300. https://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/9900/114114856
Domingues, C. (2017). Entre o sensível e o inteligível: A formação do leitor literário, no Ensino Médio, é possível? [Tese de doutorado, Universidade Federal da Santa Catarina]. Repositório Institucional da UFSC – RIUFSC. https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/180693
Franchetti, P. (2013). História literária: um gênero em crise. Em A. F. Viola (Org.). Crítica literária contemporânea (pp. 81-100). Civilização Brasileira.
Fritzen, C. (2017). O entorno da pergunta “O que significa ensinar literatura?”: reflexões sobre seu lugar e papel na educação básica. Em A. Cechinel, & C. de Sales (Orgs.). O que significa ensinar literatura? (pp. 109-122). EdUFSC.
Geraldi, J. W. (2010). A aula como acontecimento. Pedro & João Editores.
Iser, W. (1979). A interação do texto com o leitor. Em L. C. Lima (Org.). A literatura e o leitor (pp. 83-132). Paz e Terra.
Jouve, V. (2013). A leitura como retorno a si: sobre o interesse pedagógico das leituras subjetivas. Em A. Rouxel, G. Langlade, & N. L. Rezende. Leitura subjetiva e ensino de literatura (pp. 53-66). Alameda.
Jover-Faleiros, R. (2019). O que se ensina quando se ensina literatura? Considerações sobre a constituição de um objeto. Estudos de Literatura Contemporânea, (51), e5721. https://doi.org/10.1590/2316-4018575
Langlade, G. (2013). O sujeito leitor, autor da singularidade da obra. Em A. Rouxel, G. Langlade, & N. L. Rezende. Leitura subjetiva e ensino de literatura (pp. 25-38). Alameda.
Lüdke, M., & André, E. D. A. (2018). Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. E.P.U.
Mello, C. (2021). Conhecimento literário, mediação de leitura e ensino de literatura. Em F. N. P. Pinto, L. H. O. da Silva, M. A. de Melo, & D. B. A. de Carvalho (Orgs.). Ensino de literatura no contexto contemporâneo (pp. 157-174). Mercado das Letras.
Monguilhott, I. de O. e S., Hentz, M. I. de B., Mossmann, S. da S., & Mitre, M. V. de O. (2022) Desafios (e possibilidades) da aprendizagem para o fazer docente no ensino remoto no curso de letras EAD. Sobre Tudo, 13(1), 98-129. https://ojs.sites.ufsc.br/index.php/sobretudo/article/view/5030
Pereira, H. B. C. (2014). Ensino de literatura–crítica, teoria e história. Línguas & Letras, 15(29). https://saber.unioeste.br/index.php/linguaseletras/article/view/10822
Perrone-Moisés, L. (2016) Mutações da literatura no século XXI. Companhia das letras.
Petit, M. (2008). Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Editora 34.
Pimenta, S. G. & Lima, M. S. L. (2012). Estágio e Docência. Cortez.
Ribeiro, A. E. (2021). Educação e tecnologias digitais na pandemia: ciclos da precariedade. Cadernos de Linguística, 2(1), e270. https://doi.org/10.25189/2675-4916.2021.v2.n1.id270
Romero, S. (1888). História da literatura brasileira. Garnier.
Rosa, J. G. (2015). Grande sertão: veredas. Nova Fronteira.
Rouxel, A. (2013). Apropriação singular das obras e cultura literária. Em A. Rouxel, G. Langlade, & N. L. Rezende. Leitura subjetiva e ensino de literatura (pp. 165-190). Alameda.
Saramago, J. (2013). Ensaio sobre a cegueira. Companhia das Letras.
Sousa, C. T. de S., Lucena, J. M., & Segabinaz, D. (2014). Estágio supervisionado e ensino de língua portuguesa: reflexões no curso de Letras/Português da UFPB. Raído, 8(15), 205-226. https://ojs.ufgd.edu.br/index.php/Raido/article/view/2278/1758
Veríssimo, J. (1912). A literatura no Brasil. Garnier.
Zilberman, R. (2009). Que literatura para a escola? Que escola para a literatura? Revista do Programa de Pós-graduação em Letras da Universidade de Passo Fundo, 5(1), 9-20. https://seer.upf.br/index.php/rd/article/view/924/554
Zilberman, R. (2021). Letras: uma área em busca de justificativa. Em F. N. P. Pinto, L. H. O. da Silva, M. A. de Melo, & D. B. A. de Carvalho (Orgs.). Ensino de literatura no contexto contemporâneo (pp. 17-34). Mercado das Letras.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Chirley Domingues, Aracilba Aparecida Serafim Rodrigues, Júlia das Neves Mateus

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.

Todas as publicações da revista Linhas Críticas serão licenciadas sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0). Isso significa que qualquer pessoa tem o direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato;
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
As pessoas autoras não podem revogar estes direitos desde que sejam respeitados os termos da licença.
Conforme os termos:
Atribuição — as pessoas leitoras devem atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença, e indicar se foram feitas alterações. As pessoas leitoras podem fazê-lo de qualquer forma razoável, mas não de uma forma que sugira que o licenciante o apoia ou aprova o seu uso.
Sem restrições adicionais — as pessoas autoras não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.
Autores/as que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Pessoas autoras mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Pessoas autoras têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Pessoas autoras têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais, repositórios préprint ou na sua página pessoal) qualquer ponto antes do envio da versão final do artigo à revista, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
