Entre a autonomia e a automação: reflexões sobre IAG e educação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26512/lc32202659189

Palavras-chave:

Inteligência artificial generativa, Cognição, Educação, Ética tecnológica

Resumo

Este ensaio aborda a dualidade da Inteligência Artificial Generativa (IAG), uma encruzilhada para o desenvolvimento cognitivo humano. Explora-se a tensão entre a promessa de eficiência e o receio de uma atrofia cognitiva, em paralelo à crítica de Sócrates à escrita. Analisa-se o impacto da IAG na educação, contrastando seu potencial de mediação vygotskiana com o risco de inibir o pensamento crítico. A discussão é aprofundada ao situar a tecnologia nos contextos de Han (Sociedade do Cansaço) e Zuboff (Capitalismo de Vigilância), que favorecem a automação sobre a autonomia. Conclui-se com a proposição de uma resposta em duas frentes: uma “dieta cognitiva” pessoal e uma regulação sistêmica que priorize o bem-estar humano. A IAG emerge como tecnologia ambivalente, cujo impacto dependerá de escolhas éticas, políticas e individuais.

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Biografia do Autor

André Specht, Universidade Estadual do Centro-Oeste

Professor do Departamento de Letras da Universidade Estadual do Centro-Oeste, Câmpus de Irati. Doutor em Estudos da Linguagem pela Universidade Federal de Santa Catarina.

Davi Silva Gonçalves, Universidade Estadual do Centro Oeste

Professor do Departamento de Letras da Universidade Estadual do Centro-Oeste, Câmpus de Irati. Doutor em Tradução pela Universidade Federal de Santa Catarina.

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Publicado

03.02.2026

Como Citar

Specht, A., & Gonçalves, D. S. (2026). Entre a autonomia e a automação: reflexões sobre IAG e educação. Linhas Crí­ticas, 32, e59189. https://doi.org/10.26512/lc32202659189

Edição

Seção

Ensaios teóricos

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