Teorias da tradução e o ensino de língua estrangeira
DOI:
https://doi.org/10.26512/rhla.v8i2.753Palavras-chave:
Estudos da tradução;, Ensino de línguas;, Estratégias de tradução;, Análise contrastivaResumo
Este trabalho tem o objetivo de identificar o uso de estratégias de tradução por alunos da habilitação em língua inglesa, em nível intermediário, do Curso de Letras da UFCG, de acordo com as Estratégias de Tradução de Chesterman (1997), as categorias de tradução de Jakobson (1958/2000) e a visão de Gutt (2000) sobre a tradução como uso interpretativo interlingual. Tal investigação apresenta um estudo comparativo entre as línguas inglesa e portuguesa buscando contribuir para um maior desenvolvimento do conhecimento sintático, semântico e pragmático dos alunos em ambas as línguas. Este estudo segue a orientação de Albir (1998), que acredita que o uso da tradução em sala de aula inclui dois aspectos: i) tradução interiorizada ”“ feita por todo aprendiz de línguas estrangeiras; e ii) tradução pedagógica ”“ utilizada em sala de aula como ferramenta pedagógica para reforçar e verificar a aprendizagem utilizando textos, análise contrastiva e reflexão. A tradução será considerada uma atividade comunicativa que auxilia no ensino tanto de línguas estrangeiras quanto de tradução, bem como no aprimoramento do conhecimento da língua materna e da língua inglesa através do uso de interlíngua.
Downloads
Referências
ALBIR, Hurtado. La traducción en la enseñanza comunicativa. Cable: Revista de Didáctica del Español como Lengua Extranjera. Madrid, 1998. p. 42-45.
CHESTERMAN, Andrew. Memes of translation:the spread of ideas in translation theory.Amsterdam: John Benjamins, 1997.
COSTA, Walter. Tradução e ensino de línguas. In: BOHN Hilário.;VANDRESEN, Paulino(Eds.). Tópicos de lingüística aplicada ao ensino de línguasestrangeiras. Florianópolis: Editora da UFSC, 1988.
GUTT, Ernst-August. Translation as interlingual interpretive use. In: VENUTI, Lawrence (Ed.). The translation studies reader. London: Routledge, 2000. p. 376-396.
JAKOBSON, Roman. On linguistic aspects of translation.In: VENUTI, Lawrence (Ed.). The translation studies reader. London: Routledge, 2000. p. 113-118.
LEFFA, Vilson. Metodologia do ensino de línguas.In: BOHN Hilário. Inácio; VANDRESEN,Paulino. Tópicos em lingüística aplicada:o ensino de línguas estrangeiras. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1988. p. 211-236.
LUCINDO, Emy. (1997). Tradução, lexicografia e ensino de línguas. Disponívelem:<http://www.journal.ufsc.br/index.php/scientia/search/authors/view?firstName=Emy&middleName=Soares&lastName=Lucindo&affiliation>. Acesso em abril de 2009.
MALMKJAER, Kirsten. Translation and language teaching.Language teaching and translation.UK: St. Jerome, 1998.
MEDGYES, Peter. The non-native teacher.London: MacMillan, 1994.
SPERBER, Dan.; WILSON, Deirdre. Representation and relevance. In: KEMPSON, Ruth (Ed.). Mental representations:the interface between language and reality. Cambridge: Cambridge University Press, 1998. p. 133-153.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença

Artigos publicados pela Revista Horizontes de Linguística Aplicada são licenciados sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Ao publicar na Horizontes de Linguística Aplicada, os autores concordam com a transferência dos direitos autorais patrimoniais para a revista. Os autores mantêm seus direitos morais, incluindo o reconhecimento da autoria.
Autores e leitores têm o direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato
De acordo com os termos seguintes:
- Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado , prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas . Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
- NãoComercial — Você não pode usar o material para fins comerciais .
- SemDerivações — Se você remixar, transformar ou criar a partir do material, você não pode distribuir o material modificado.
- Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.


