Inclure les enfants autistes en milieu ordinaire.
Quelle relation entre agir, formation et identité professionnelle des enseignants de lettres ?
DOI:
https://doi.org/10.26512/lc.v24i0.18965Palavras-chave:
Inclusão, Deficiência, Identidade profissional, FormaçãoResumo
A política de inclusão desenvolvida no escopo da lei 2005 na França concedeu o direito à escolarização em escolas regulares à s crianças deficientes. Torna-se, então, importante compreender os efeitos dessa mudança para as práticas dos professores. Este trabalho apresentará o início de uma pesquisa qualitativa inscrita no campo da pesquisa biográfica em educação, a fim de questionar a inclusão das crianças autistas no ensino fundamental II e ensino médio face a professores de letras que não receberam nenhuma formação específica. A partir de entrevistas biográficas, pretende-se discutir sobre os diferentes fatores que influenciam as práticas docentes, em especial a construção da identidade profissional dos professores a
partir de uma perspectiva múltipla, dinâmica, individual e social, considerando as concepções éticas que estão na base desta política.
Downloads
Referências
Alheit, P. & Dausien, B. (2009). « Processus de formation et apprentissage tout au long de la vie », l'orientation scolaire et professionnelle [En ligne], 34/1 | 2005, mis en ligne le 28 septembre 2009, consulté le 05 mai 2012. URL: http://osp.revues.org/index563.html
Ardoino, J. (s.d.). L’altération [en ligne]. http://jacques.ardoino.perso.sfr.fr/pdf/alteration.pdf (page consultée le 15 juin 2012 sur le site jaques.ardoino.perso.sfr.fr).
Ardoino, J. (1992). L'Implication. Lyon: Voies Livres.
Bedoin, D. & Daverne, C. (2014). « Effets identitaires et sociaux du changement des politiques éducatives sur les acteurs », Éducation et sociétés, n° 33, p. 169-183.
Bursztejn, C. (2013). « Troubles autistiques et scolarisation: problématiques actuelles », in Jean-Philippe Raynaud et al., Psychopathologie et handicap de l'enfant et de l'adolescent, p. 223-235. Paris: Érès.
Cattonar, B. (2001). Les identités professionnelles enseignantes. Ébauche d’un cadre d’analyse. [En ligne]. HALS. https://hal.inria.fr/file/index/docid/603566/filename/010cahier.pdf
Delory-Momberger, C. (2009). « Biographie, socialisation, formation », L'orientation scolaire et professionnelle [En ligne], 33/4 | 2004, document 4, mis en ligne le 28 septembre 2009, Consulté le 29 août 2012. URL: http://osp.revues.org/index251.html
Delory-Momberger, C. (2014). De la recherche biographique en éducation. Fondements, méthodes, pratiques. Paris: Téraèdre.
Dewey, J. (2011). Démocratie et éducation. Suivi de Expérience et éducation. Paris: Armand Colin.
Gardou, C. (2014). « Le temps des propositions », in Charles Gardou, Handicap, une encyclopédie des savoirs. De l’obscurantisme à de nouvelles lumières, p. 429-439. Paris: Érès.
Haute Autorité de la Santé (HAS). (2010). Autisme et autres troubles envahissants du développement: État des connaissances hors mécanismes physiopathologiques, psychopathologiques et recherche fondamentale. [En ligne]. https://www.has-sante.fr/portail/upload/docs/application/pdf/2010-03/autisme__etat_des_connaissances_synthese.pdf
Larrosa, J. (1998). Apprendre et être. Paris: ESF.
Opinion Way pour LJCORP. (2011). Autisme et scolarisation: étude miroir auprès des français et des enseignants. [En ligne]. https://www.opinion-way.com/fr/sondage-d-opinion/sondages-publies.html?task=document.viewdoc&id=425
Prado, C. (2012). Le coût économique est social de l’autisme. Avis du Conseil Économique et Social. [En ligne]. http://www.lecese.fr/sites/default/files/pdf/Avis/2012/2012_17_autisme.pdf Paris: Direction de l’information légale et administrative.
Ricœur, P. (1990). Soi-même comme un autre. Paris: Éditions du Seuil, 1990.
Scelles, R. (2013a). « Handicap et culture: quels impacts sur la vie de la famille », in Régine Scelles, Famille, culture et handicap, p. 39-60. Paris: Érès.
Scelles, R. (2013b). « Intégration scolaire et répercussions familiales. Point de vue subjectif des membres de la famille », in Hélène Romano, la santé à l'école, p. 137-150. Paris:
Tap, P. (1980). Identité individuelle et personnalisation. Toulouse: Privat.
Tournebize A. & Genolini J-P. (2004). Les pratiques des enseignants d'éducation physique et sportive face à l’intégration des élèves en situation de handicap. Handicap, Revue de sciences humaines et sociales, n°3, p. 41-56.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2018 Revista Linhas Críticas

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Todas as publicações da revista Linhas Críticas serão licenciadas sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0). Isso significa que qualquer pessoa tem o direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato;
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
As pessoas autoras não podem revogar estes direitos desde que sejam respeitados os termos da licença.
Conforme os termos:
Atribuição — as pessoas leitoras devem atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença, e indicar se foram feitas alterações. As pessoas leitoras podem fazê-lo de qualquer forma razoável, mas não de uma forma que sugira que o licenciante o apoia ou aprova o seu uso.
Sem restrições adicionais — as pessoas autoras não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.
Autores/as que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Pessoas autoras mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Pessoas autoras têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Pessoas autoras têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais, repositórios préprint ou na sua página pessoal) qualquer ponto antes do envio da versão final do artigo à revista, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
