Crenças no ensino de Português como Língua de Acolhimento

o panorama brasileiro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26512/rhla.v25i1.57949

Palavras-chave:

Crenças, língua de acolhimento, formação docente

Resumo

Os fluxos migratórios adquiriram grande magnitude na última década e, em razão disso, o Brasil sofreu consequências políticas e linguísticas em seu panorama educacional. Por isso, este estudo visa investigar as crenças emergentes no ensino de Português como Língua de Acolhimento (PLAc), a fim de delimitar um breve e atual panorama educacional brasileiro de ensino de PLAc. Para tanto, o artigo faz uma análise temática (Savin-Baden; Major, 2013), reunindo as contribuições de Grosso e Ançã (2010) e Cabete (2010) no que tange à investigação e caracterização da língua de acolhimento, bem como Borg (2006; 2012) e Barcelos (1995; 2007) relativos às crenças no ensino de línguas. Esta análise revelou que existe um abismo entre produção teórica e prática docente em PLAc no Brasil, e que esse fato está atrelado à deficiente formação dos professores de línguas.

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Biografia do Autor

Milena Lima Silva, Universidade de Brasília

Mestre em Linguística Aplicada na Universidade de Brasília (Unb).Licenciada em Letras - Português pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) (2021) Participou como voluntária no projeto Salvaguarda (2021), no projeto Você na Facul (2021) e no projeto Vila Brasil (2022). Realizou seu trabalho de conclusão de curso na área de português como língua de acolhimento (PLAc) (2021). Participou de projeto de iniciação científica de título "Crenças sobre ensino de português como língua adicional para estrangeiros em contexto de imersão" (2020). Foi Bolsista no projeto de extensão universitária "Ensino de português para estrangeiros (imigrantes)" (2019). Participou de mobilidade acadêmica cursando um semestre na Universidade Estadual Paulista (UNESP) (2018). Participou de projeto de extensão universitária de título "Diálogos pertinentes: releituras socioeducativas" (2018). Seus interesses são: formação docente; metodologias de ensino de línguas; linguagem e cognição; ensino em contexto de vulnerabilidade; imigração e políticas linguísticas; variação e mudança linguística.

Maristela Barbosa Silveira Silva, Universidade do Estado do Amazonas

Maristela Silva é PhD em Educação pela University of Nottingham (2016), Reino Unido, com pesquisa em Teacher Cognition (crenças e experiências de professores de línguas), Interação em sala de aula, Narrativa e Práticas Reflexivas, com apoio da CAPES, FAPEAM e ICBEU-Manaus; mestrado em American Studies pela Washington State University (1999), com bolsa da Fulbright/LASPAU, e graduação em Letras pela Universidade Federal do Amazonas (1997). Maristela é professora do curso de Letras da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), onde desenvolve projeto coletivo de produtividade acadêmica, de ensino e extensão com a Profa. Dra. Aline Cristina Neves, intitulado Português brasileiro como língua adicional (PBLA): contribuições para o ensino, a pesquisa e a formação de professores na UEA (2023-2025). O projeto de extensão Português Brasileiro como Língua Adicional (PBLA) é uma edição revisitada do Projeto de Ensino de Português para Estrangeiros (Imigrantes)" fez parte das ações de acolhida aos refugiados da ACNUR/UNICEF em Manaus entre 2017 e 2020. Entre as atividades acadêmico-administrativas, Maristela atuou como Coordenadora Geral do Curso de Especialização Saberes e Práticas para Docência dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental: Língua Portuguesa e Matemática, desenvolvido com professores da ENS/UEA e em parceria com a SEDUC/AM (2022-2023). Ela também orienta pesquisa de iniciação científica (PAIC) e de conclusão de curso (TCC) com enfoque em ensino de língua inglesa e PBLA, além de discussões sobre a literatura negra feminina brasileira e estadunidense. Enquanto Diretora da Editora UEA (2017-2022), ampliou o alcance das publicações da editora, firmou parcerias com editoras da Unesp e Fiocruz, e ocupou cargos de Diretora da Região Norte e Diretora de Eventos da Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU). Representou a UEA em Missão à China, Pequim e Macau (2018), organizada pelos Ministérios de Educação (MEC), Planejamento (MP) e Relações Exteriores (MRE) e o GCUB, estreitando os laços da UEA com IES Chinesas. Exerceu a função de Coordenadora de Pesquisa e Iniciação Científica (2016-2017) e de Coordenadora do Curso de Letras - PARFOR/UEA (2011-2012). Sua experiência inclui mais de vinte cinco anos na Supervisão Acadêmica no ICBEU-Manaus, onde é responsável pela capacitação dos professores além de outras atividades pedagógico-administrativas. Em 2023, foi mediadora do Curso Viewing Parties: Teacher Development Series 18, desenvolvido pelo Regional English Language Office (RELO US Embassy).Através do ICBEU-Manaus, participou de vários treinamentos e conferências internacionais de ensino de línguas, como o ABLA Faculty Development Exchange (2019), em Chicago e Iowa, patrocinado pelo Departamento de Estado (EUA). Treinadora licenciada de SIT TESOL, tem expertise em ensino de língua estrangeira ou adicional (inglês e português), cultura dos Estados Unidos, desenvolvimento social e educação, literatura afro-brasileira e afro-americana. Seu interesse engloba a formação e a capacitação de professores de línguas, crenças da prática pedagógica, interação em sala de aula, ensino reflexivo, língua adicional, estudos culturais e literários, questões de gênero e literatura de mulheres negras, interseccionalidade, diversidade e lugar de fala.

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Publicado

2026-04-09

Como Citar

Silva, M. L., & Silva, M. B. S. (2026). Crenças no ensino de Português como Língua de Acolhimento: o panorama brasileiro. Revista Horizontes De Linguistica Aplicada, 25(1), AG1. https://doi.org/10.26512/rhla.v25i1.57949

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