El uso de marcas colectivas como estrategia para reducir asimetrías de información en el mercado agroecológico
DOI:
https://doi.org/10.33240/rba.v21i2.59599Palabras clave:
señalización de calidad, territorialidad, economía de la información, marca de lugarResumen
La asimetría de información debilita la confianza y la remuneración en los mercados agroecológicos. El estudio examina si las marcas colectivas, concebidas como marcas de lugar, funcionan como señales de origen y de prácticas agroecológicas. Combina revisión de literatura y análisis normativo-institucional en Brasil, contrastando certificaciones por auditoría y participativas, indicaciones geográficas y marcas colectivas, a partir de lo cual se derivan criterios de señal eficaz. Los hallazgos evidencian límites de las indicaciones geográficas para arreglos diversificados y de pequeña escala e identifican cinco criterios para una señal eficaz: gobernanza colectiva flexible, cobertura de bienes y servicios, acomodación de la diversidad, accesibilidad y referencia territorial. Concluye que la marca colectiva, concebida como marca territorial, materializa atributos de credibilidad, reduce asimetrías y fortalece territorios agroecológicos.
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