Procesos judiciales como historia de muerte: silenciamientos sobre la vida de las mujeres víctimas de feminicídio
DOI:
https://doi.org/10.26512/revistainsurgncia.v12i1.60883Palabras clave:
Feminicidio, Proceso judicial, Prevención, MemoriaResumen
El presente artículo tiene como objetivo discutir los silenciamientos sobre la vida de las mujeres en los procesos judiciales que investigan el feminicidio. Busca reflexionar sobre la responsabilidad del Estado en la prevención de estas muertes y el fenómeno del olvido, considerando sus consecuencias para la memoria y la verdad de las mujeres asesinadas, para las víctimas indirectas y para la sociedad misma. Las conclusiones se basaron en investigaciones realizadas por las autoras entre los años 2022 y 2025, en las cuales se recopilaron informaciones de procesos judiciales y de entrevistas con familiares de mujeres víctimas de feminicidio en el Estado de Paraíba. Se concluye sobre la necesidad de ampliar los sentidos de justicia que pueden surgir de las prácticas judiciales en el ámbito de los procesos de feminicidio.
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