UMA BREVE REFLEXÃO HISTORIOGRÁFICA SOBRE A TRADUÇÃO AUTOMÁTICA

Autores

  • Marcos de Campos Carneiro UnB
  • Lincoln Paulo Fernandes UFSC

DOI:

https://doi.org/10.26512/belasinfieis.v4.n1.2015.11318

Palavras-chave:

Tradução automática, Historiografia da tradução, Eugene Nida

Resumo

Este artigo apresenta uma breve reflexão sobre a Tradução Automática (T.A) a partir de uma perspectiva histórica no contexto dos Estudos da Tradução. Em busca de uma maior compreensão sobre alguns dos aspectos mais significativos da área de T.A, consideramos empregar a dicotomia “humano versus automático” para analisar esses dois processos tradutórios distintos. Esta análise consiste em explorar a relação entre o modelo de tradução tripartido de Eugene Nida (tradução humana) e a Abordagem Trifásica dos sistemas de tradução por máquina (tradução automática). Nesse sentido, apresentamos uma síntese da cronologia da Tradução Automática, relacionando-a à evolução da linguística no contexto das gramáticas formais. A partir dos resultados obtidos, propomos uma interpretação das influências e das afinidades observadas entre os processos de tradução humano e automático.

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Publicado

19-08-2015

Como Citar

CARNEIRO, Marcos de Campos; FERNANDES, Lincoln Paulo. UMA BREVE REFLEXÃO HISTORIOGRÁFICA SOBRE A TRADUÇÃO AUTOMÁTICA. Belas Infiéis, Brasília, Brasil, v. 4, n. 1, p. 159–168, 2015. DOI: 10.26512/belasinfieis.v4.n1.2015.11318. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/belasinfieis/article/view/11318. Acesso em: 25 jul. 2024.

Edição

Seção

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