Tradução de Bestias: a Tradução da Literatura Chilena e a Preservação dos Chilenismos
DOI:
https://doi.org/10.26512/belasinfieis.v15.n1.2026.60216Palavras-chave:
Abordagem estrangeirizadora. Culturemas. Literatura latino-americana. Chilenismos. Literatura chilena.Resumo
Esta tradução nos leva ao Chile e transmite o cotidiano que Arelis Uribe, a autora, retrata de forma maravilhosa em sua obra. Bestias faz parte de uma coletânea de contos, Quiltras, que revela mais sobre o Chile do que aquilo que se vê à primeira vista. Quiltras foi publicado em 2016 e, desde então, ganhou vários prêmios, foi publicado no México e na Espanha e até mesmo traduzido para o português do Brasil. Esta obra ultrapassou fronteiras e consolidou a autora como uma das vozes contemporâneas mais relevantes da narrativa latino-americana. Nesta tradução, o tradutor adota uma abordagem estrangeirizadora que preserva características e aspectos linguísticos da cultura chilena. Dentro da história, há muitos elementos culturais chilenos, e a tradução utiliza notas de rodapé para manter a linguagem viva e a realidade social retratada por Uribe. Além disso, a tradução mantém o ritmo original, rápido e enérgico, da prosa de Uribe, rebelando-se contra a linguagem estabelecida e as convenções ortográficas da língua inglesa. Sem dúvida, Bestias possui um rico contexto cultural e social que não é detectável por meio de uma leitura superficial. A maneira como a narradora se expressa, sua forma de pensar, agir e os lugares que visita permitem ao leitor compreender melhor a vida cotidiana do povo chileno. Essa comunidade se reflete em sua prosa de maneira sutil, provocando no leitor uma sensação de familiaridade, pois nessas ruas e nessas palavras ele consegue ver o seu lar.
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Uribe, A. (2016). Quiltras. Los libros de la mujer rota.
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