Práxis de libertação do dossiê “Poder Judiciário e conflitos fundiários no campo e na cidade”

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DOI:

https://doi.org/10.26512/revistainsurgncia.v11i1.57164

Resumo

Para a seção Práxis da Libertação do dossiê “Poder Judiciário e conflitos fundiários no campo e na cidade”, optamos por dedicar este espaço a documentos da práxis jurídica dos movimentos sociais, de advogados e advogadas populares, defensores públicos e assessorias jurídicas populares universitárias nas lutas por terra, território e moradia adequada no período recente da história do país.

Tem-se, assim, o objetivo de socializar documentos, argumentos jurídicos e táticas processuais que possam contribuir com advogados e advogadas populares, assim como aos movimentos sociais das diversas regiões do país que lutam pelo direito à terra, moradia, contra a criminalização e a violação de direitos humanos.

Os documentos aqui compartilhados são da Campanha Despejo Zero; da Defensoria Pública do Estado de São Paulo (DPE/SP); do Supremo Tribunal Federal (STF); dos Núcleos de Assessoria Jurídica Universitária Popular (NAJUPs) Luiza Mahin e Josiane Evangelista; do EKOA - Núcleo de Pesquisa e Extensão em Direito Socioambiental; da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB); da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH); do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO); e do Armazém Memória.

Nas próximas páginas, a leitora e o leitor poderão encontrar os seguintes documentos:

1- Petição dos amici curiae da Campanha Despejo Zero para incidência na quarta tutela cautelar da ADPF 828

2 - Decisão referendada da 4ª tutela provisória incidental na ADPF 828 (STF, nov. 2022)

3- Reclamação 57.538: incidência jurídica para a suspensão da remoção forçada da comunidade do Banhado/São Paulo (DPE/SP)

4 - Reclamação 70.727: incidência jurídica para a suspensão da remoção forçada na Comunidade Vargem Grande/São Paulo (DPE/SP)

5 - Decisão na Reclamação 76.745/São Paulo (STF, fev. 2025)

6 - Incidência jurídica contra a remoção forçada da Aldeia Marakana: petição para encaminhamento de caso para a Comissão de Soluções Fundiárias do TRF2 (NAJUP Luiza Mahin)

7 - Mobilização jurídica contra a remoção forçada nas cidades: petição para encaminhamento da reintegração de posse da ocupação do Movimento Unido dos Camelôs (MUCA) para a Comissão de Soluções Fundiárias do TRF2 (NAJUP Luiza Mahin)

8 - Cartilha da Resolução nº 510 do CNJ (NAJUP Luiza Mahin)

9 - Modelo do Relatório da visita técnica da Comissão de Soluções de Conflitos (TJGO)

10 - Como o movimento indígena “educou” o Poder Judiciário (Armazém Memória)

11 - Incidência jurídica da APIB nas audiências de conciliação das ADIs 7582, 7583, 7586, ADC 87 e ADO 86 (Marco Temporal)

12 - Mapeamento de projetos de lei relacionados ao “Invasão Zero” na Câmara dos Deputados (2023-2024) (NAJUP Luiza Mahin)

13 - Relatório – Função social da terra e ocupação Leonir Orback (Fazenda Ouro Branco, Santa Helena de Goiás-GO) (NAJUP Josiane Evangelista)

14 - Parecer técnico sobre a desoneração tributária dos agrotóxicos no Brasil (Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 5.553): impactos e violações dos direitos humanos ao ambiente, à alimentação adequada e à saúde (EKOA)

15 - Sentença do Caso Muniz da Silva e outros vs. Brasil, de 14 nov. 2024 (Corte IDH)

16 - Sentença do Caso da Silva e outros vs. Brasil, de 27 nov. 2024 (Corte IDH).

Biografia do Autor

Mariana Trotta Dallalana Quintans, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

Advogada popular, Professora da Faculdade Nacional de Direito (FND/UFRJ) e do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGD/UFRJ). Possui doutorado em Ciências Sociais Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CPDA/UFRRJ). É co-coordenadora do Núcleo de Assessoria Jurídica Universitária Popular (NAJUP) Luiza Mahin da UFRJ. É bolsista Jovem Cientista do Nosso Estado da FAPERJ.

Erika Macedo Moreira, Universidade Federal de Goiás, Cidade de Goiás, Goiás, Brasil

Professora Associada do curso de Direito e Coordenadora do Observatório Fundiário Goiano (OFUNGO) da Universidade Federal de Goiás (UFG/ Câmpus Goiás), Pós Doutora em Sociologia e Direito (PPGSD/UFF). Fundadora do Instituto de Pesquisa Direitos e Movimentos Sociais (IPDMS), Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Direito e Desigualdades Sociais (PPGD/UFJ) e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito (PPGSD/UFF).

Hugo Belarmino de Morais, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil

Professor Adjunto do Departamento de Ciências Jurídicas e do Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicas – Universidade Federal da Paraíba. Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais – Universidade Federal Fluminense. Coordenador do Projeto de Pesquisa e Extensão OBUNTU – Observatório Interdisciplinar e Assessoria em Conflitos Territoriais. Líder do Grupo de Pesquisa CNPQ/UFPB “Direitos humanos, decolonialidades e movimentos”. Membro do Observatório Fundiário Fluminense (OBFF – UFF). Assessor jurídico e advogado popular.

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Publicado

30.03.2025

Como Citar

QUINTANS, Mariana Trotta Dallalana; MOREIRA, Erika Macedo; MORAIS, Hugo Belarmino de. Práxis de libertação do dossiê “Poder Judiciário e conflitos fundiários no campo e na cidade”. InSURgência: revista de direitos e movimentos sociais, Brasília, v. 11, n. 1, p. 1035–1500, 2025. DOI: 10.26512/revistainsurgncia.v11i1.57164. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/insurgencia/article/view/57164. Acesso em: 3 abr. 2025.

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