A revista caleidoscópio: linguagem e tradução publica traduções, artes (poemas, contos, imagens, fotografias, autotraduções), entrevistas, artigos analíticos (traduzidos ou não), resenhas de livros e resenhas de traduções que se relacionem às seguintes áreas de conhecimento: Estudos da Tradução, Literatura, Filosofia, Artes, Antropologia, Sociologia, Linguística e áreas afins cujo foco seja a tradução. 

[PRORROGAÇÃO] CHAMADA PARA SUBMISSÕES – V. 3, N. 1

2019-03-11

A revista caleidoscópio: linguagem e tradução receberá, até 31 de março de 2019, submissões em português, espanhol, francês e inglês que relacionem a tradução às seguintes áreas do conhecimento: Estudos da Tradução, Literatura, Filosofia, Artes, Antropologia, Sociologia, Linguística e áreas afins cuja temática seja a tradução.

 

Para mais informações, acesse:

http://periodicos.unb.br/index.php/caleidoscopio/about/submissions

 

A Equipe Editorial

v. 2 n. 2 (2018): caleidoscópio: linguagem e tradução

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caleidoscópio: linguagem e tradução

A revista  caleidoscópio: linguagem e tradução  é uma publicação do grupo de pesquisa Walter Benjamin: tradução, linguagem e experiência, vinculado ao Programa de Pós-graduação em Literatura da Universidade de Brasília, e ativo no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq desde 2012. A revista  publica artigos, artigos traduzidos, entrevistas, resenhas, resenhas de tradução, traduções, assim como poemas, contos, imagens e autotraduções que, juntos, integram na revista a dimensão artística que pertence ao caleidoscópio que é a tradução.   

A palavra caleidoscópio é a inspiração do título de nossa revista, pois nos remete ao conceito elaborado de forma inédita por Boris Schnaiderman em sua obra Tradução, ato desmedido. A etimologia da palavra caleidoscópio rastreia-se em sua origem grega [kalós (belo), + eidos (forma, imagem) + skopein (ver, olhar)]. O caleidoscópio é um aparelho óptico resultante de uma combinação de espelhos que se refletem a partir do momento em que as pedras de seu interior produzem novas formas. Transplantando esse conceito para o novo campo de reflexão, pode-se definir a tradução não mais como um elemento estático, mas móvel dentro de um processo de alterações / mudanças / visualizações diversas obtidas a partir das operações que o tradutor realiza sobre o texto, sejam elas de natureza linguística, sintática, retórica ou imagética. Assim, a tradução reorganiza-se dentro de um longo processo de assemblage de formas textuais.   

Esta dimensão caleidoscópica também se configura na escolha da revista em publicar em quatro línguas (português, espanhol, francês e inglês), estabelecendo um diálogo tanto com a internacionalização na pesquisa científica que se faz com grupos de pesquisa, como discutindo e publicando em equipes inter-relacionadas. 

Acompanhem as atualizações da revista caleidoscópio: linguagem e tradução  também através de nossa rede social: https://pt-br.facebook.com/revistacaleidoscopiounb/