¿Patio o retranqueo?
la subordinación de la función y la deformación del espacio libre externo de las instituciones de Educación Infantil
DOI:
https://doi.org/10.18830/1679-09442025v18e58697Palabras clave:
Arquitectura, Educación Infantil, Espacios exterioresResumen
Este artículo busca comprender los tipos de espacios exteriores de las instituciones de Educación Infantil. Específicamente, busca relacionar la configuración formal bidimensional de los espacios exteriores con las exigencias de las diferentes prácticas pedagógicas y la legislación vigente. Para ello, se adoptó un enfoque exploratorio cualitativo y cuantitativo. Imágenes satelitales respaldaron el análisis comparativo entre el área abierta y el área construida de las unidades de Educación Infantil mantenidas por la Prefectura de João Pessoa (PB), en funcionamiento en 2023. Los resultados apuntan a seis tipologías de espacios exteriores abiertos, en relación con la configuración de figura-fondo de la implantación del edificio en el terreno. Esta clasificación reveló la sumisión de los espacios exteriores abiertos a las formas arquitectónicas, generando retranqueos y configuraciones residuales que definen sus áreas exteriores. Se sugiere que las directrices gubernamentales no solo definan un porcentaje mínimo de áreas exteriores, sino que también fomenten el diseño de tipologías arquitectónicas que consideren las formas y funciones de los espacios exteriores abiertos. Se espera que esto dé como resultado parques infantiles al aire libre que sean adecuados a las necesidades de los niños.
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