Reflexões sobre Inteligência Artificial a partir da perspectiva filosófica de Gilbert Simondon

o problema da formação tecnológica

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26512/rfmc.v13i2.55094

Palavras-chave:

Filosofia. Inteligência Artificial. Gilbert Simondon. Cultura Técnica. Formação profissional e tecnológica.

Resumo

: Este ensaio aborda a interface das tecnologias digitais, especialmente algoritmos e inteligência artificial, com a filosofia, a partir da perspectiva do filósofo francês Gilbert Simondon em seu pensamento sobre o modo de existência dos objetos técnicos e sua concepção de cultura técnica. Na interseção entre tecnologia, filosofia e processo formativo, destaca-se a urgência de discutir os desafios éticos e socioculturais decorrentes da presença ubíqua de dispositivos técnicos, com ênfase na IA, e as complexidades de integrar esses elementos na formação profissional. Objetiva-se compreender como a concepção de cultura técnica pode contribuir para a problematização da relação humano-máquina e para a discussão inerente à tecnologia, para além do aspecto prático especializado.

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Biografia do Autor

Priscila Caldas Bianchini, Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza

Mestre em Gestão e Desenvolvimento da Educação Profissional no Centro Estadual de Educação Tecnológica, CEETPS (2022/2024), pós-graduada em Gestão Empresarial pela FGV (2015), graduada em Tecnologia da Informação para Gestão de Negócios pela FATEC/CEETPS (2007) com certificação em Análise de Negócios pela QlikSense (QS Business Analyst, 2018) e extensão universitária em Implicações da Computação na Sociedade e Democracia pela USP (2021). Participou da 1ª Escola de Inverno de Ciências da Aprendizagem (2021) promovido pelo capítulo oficial brasileiro da Associação Internacional de Ciências da Aprendizagem (ISLS). Participou do grupo de estudos orientados pela professora Lúcia Santaella sobre interdisciplinaridades e simbioses entre humano e tecnologia na Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP (2021/2022). Possui 14 anos de experiência no setor de tecnologia, é especialista sênior em gestão dos centros de desenvolvimento de aplicações e inovação da Accenture para a América Latina.

Emerson Freire, Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza

Emerson Freire é doutor em Filosofia pela Université de Paris 1 - Panthéon Sorbonne - França e em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas. Concluiu o mestrado em Política Científica e Tecnológica pela Universidade Estadual de Campinas. Realizou pesquisa de Pós-doutorado no Departamento de Sociologia da Unicamp. Foi ganhador do Prêmio Rumos Pesquisa do Instituto ItaúCultural em seleção nacional, prêmio este destinado ao fomento de pesquisadores em artemídia. É coordenador de stricto sensu da unidade de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS), onde atua como professor pesquisador e coordena o grupo de pesquisa Concepções e Políticas da Educação Profissional e Tecnológica. Atua também na Fatec São Paulo e na Fatec Jundiaí, onde coordena o Núcleo de Estudos de Tecnologia e Sociedade (NETS). Possui experiência na área de Educação Profissional e Tecnológica, atuando nos temas: tecnologia, educação e sociedade; fundamentos da formação profissional e tecnológica; arte, cultura e educação tecnológica. Interessa-se pelas relações sociotécnicas produzidas no âmbito das produções artísticas que tematizam ou operam com as tecnologias contemporâneas, tendo artigos publicados e participado em eventos nacionais e internacionais sobre o assunto

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Publicado

21-10-2025

Como Citar

CALDAS BIANCHINI, Priscila; FREIRE, Emerson. Reflexões sobre Inteligência Artificial a partir da perspectiva filosófica de Gilbert Simondon: o problema da formação tecnológica. Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea, [S. l.], v. 13, n. 2, p. 177–230, 2025. DOI: 10.26512/rfmc.v13i2.55094. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/fmc/article/view/55094. Acesso em: 11 jan. 2026.

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