Fiesta de junio: patrimonio cultural inmaterial, memoria y silencio

Autores/as

  • Daniele Achilles Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Departamento de Biblioteconomia, Programa de Pós-Graduação em Memória Social, Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia. Rio de Janeiro, RJ, Brasil https://orcid.org/0000-0002-3648-7282
  • Deise Maria Antônio Sabbag Universidade Estadual Paulista, Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, Marília, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0001-6392-4719
  • Ednéia Silva Santos Rocha Universidade de São Paulo, Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, São Paulo, SP, Brasil https://orcid.org/0000-0003-1478-6828

DOI:

https://doi.org/10.26512/rici.v18.n3.2025.59193

Palabras clave:

Festa junina, Patrimonio Cultural Inmaterial, Memoria

Resumen

Resumen

Las reflexiones sobre la cultura y las representaciones sociales del conocimiento incluyen debates sobre el uso de los conceptos, las prácticas socioculturales y la dinámica de las estructuras de poder, que nos hacen recordar u olvidar una manifestación, como la Fiesta de Junio. En Brasil, la fiesta ha pasado por el acto de patrimonialización, marcando su valor cultural, el respeto por la preservación de la memoria y la conservación de la manifestación cultural como patrimonio nacional. La fiesta conlleva una serie de significados y sentidos que van más allá de la marca de la cristiandad, sugiriendo la afirmación de la singularidad de una parte del territorio nacional y la preservación de las tradiciones comunitarias en todo el país. Cada lugar, contexto histórico y situación organiza los matices de las fiestas de forma única, marcando las diferencias en el ethos territorial y, en consecuencia, afirmando los procesos de hibridación cultural. Como patrimonio cultural inmaterial, la fiesta suscita reflexiones sobre la importancia de que la representación social del conocimiento se alinee con los cruces informativos y culturales, tanto individuales como colectivos, marcando así la memoria, la identidad y la resistencia de un pueblo a través del recorte cultural. Sabbag, Rocha, Achilles y Takahashi (2023) señalan la clasificación como una operación que puede organizar un conjunto de objetos, cosas, seres y conocimientos en clases, ya sea a partir de relaciones lógicas u ontológicas, por medio de criterios específicos, eligiendo, separando, dividiendo y reuniendo, aunque arbitrariamente. En este sentido, la continuación de esta investigación está guiada por la siguiente pregunta: ¿Qué dinámicas o cruces producen los recuerdos u olvidos sociales cuando clasificamos y representamos la Fiesta de Junio como patrimonio cultural inmaterial en los sistemas de organización del conocimiento? En este sentido, el objetivo de esta comunicación es dar continuidad a la investigación "Caleidoscopio del Sistema de Organización del Conocimiento: la manifestación cultural Festa Junina", presentada en ISKO Ibérico en Madrid, España, en 2023, y retomarla centrándose en cuestiones relacionadas con la memoria, la información y la sociedad. Así, desde una perspectiva social, exploratoria, con un diseño teórico cualitativo, utilizando la investigación bibliográfica como procedimiento técnico, esta comunicación repiensa la Festa Junina cotejando la idea de territorio fragmentado de la memoria, admitiendo la complejidad de comprensión de este concepto ante las intersecciones de los estudios en Memoria Social y Ciencias de la Información. Concluye que la reterritorialidad del patrimonio cultural inmaterial de la Festa Junina participa de juegos de poder ligados a estructuras de poder, produciendo diferentes formas de preservación y resistencia, evitando así ciertos silencios producidos por las esferas de poder.

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Biografía del autor/a

Daniele Achilles, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Departamento de Biblioteconomia, Programa de Pós-Graduação em Memória Social, Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia. Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Doutora em Memória Social pelo Programa de Pós-Graduação em Memória Social (PPGM-UNIRIO, 2018). Estágio Doutoral em Ciência da Informação pela Univerdad de Antioquia (UdeA), Medellín, Colômbia - (Doutorado Sanduíche, 2017) com bolsa financiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Mestre em Memória Social pelo Programa de Pós-Graduação em Memória Social (PPGMS-UNIRIO, 2008). Bacharel em Biblioteconomia (UNIRIO, 2006). Professora Associada I do Departamento de Biblioteconomia (UNIRIO). Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia (PPGB/UNIRIO). Professora Permanente e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Memória Social (PPGMS/UNIRIO). Líder do Grupo de Pesquisa "Bibliotecas, Memória e Resistência". Líder do Programa de Extensão Comunidade de Práticas em Bibliotecas Públicas. Membra do Grupo de Trabalho Bibliotecas Públicas da FEBAB. 

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Deise Maria Antônio Sabbag, Universidade Estadual Paulista, Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, Marília, SP, Brasil

Professora Doutora Deise Sabbag é doutora em Ciência da Informação pela Unesp de Marília. Desde 2014 é docente da Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto. Também é docente permanente na Pós-Graduação do Programa de Ciência da Informação da UNESP/Marília (Capes nota 7). Líder do Grupo de Pesquisa ECOAR (Estudos Contemporâneos em Organização, Análise e Recuperação da Informação. É MÃE NA CIÊNCIA desde outubro de 2017 sendo mãe da Isadora Antonio Sabbag.

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Ednéia Silva Santos Rocha, Universidade de São Paulo, Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, São Paulo, SP, Brasil

Ednéia Silva Santos Rocha

Doutora em Política Científica e Tecnológica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), mestre em Ciência, Tecnologia e Sociedade pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e graduada em Biblioteconomia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Atualmente, é Professora Doutora na Universidade de São Paulo (USP), vinculada ao Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP/USP), onde atua como coordenadora do curso de graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação e supervisora de estágio. Na pós-graduação está vinculada ao Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação, da Escola de Comunicações e Artes (ECA/USP). Ministra disciplinas relacionadas a bibliometria, comunicação científica, sistemas de organização do conhecimento e recursos informacionais. Sua trajetória profissional inclui mais de uma década como bibliotecária na USP, onde se destacou na gestão de unidades de informação e projetos inovadores no âmbito das bibliotecas. Sua atuação acadêmica é marcada por publicações científicas, capítulos de livros e apresentações em eventos nacionais e internacionais. Como pesquisadora, tem se dedicado a pesquisas relacionadas a comunicação científica, política científica, integridade científica, ética, formação e atuação profissional e organização da informação.

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Publicado

2025-11-26

Cómo citar

Achilles, D., Sabbag, D. M. A., & Rocha, E. S. S. (2025). Fiesta de junio: patrimonio cultural inmaterial, memoria y silencio. Revista Ibero-Americana De Ciência Da Informação, 18(3), 624–638. https://doi.org/10.26512/rici.v18.n3.2025.59193

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