El matrimonio gitano a la luz de las epistemologías jurídicas: tensiones entre el derecho estatal y la normatividad consuetudinaria
DOI:
https://doi.org/10.26512/revistainsurgncia.v12i1.60148Palabras clave:
Matrimonio gitano, Epistemicidio, Pluralismo jurídicoResumen
El artículo analiza el matrimonio gitano entre grupos Calon desde la perspectiva de las epistemologías jurídicas, evidenciando las tensiones entre la cosmovisión gitana y el derecho estatal. Aunque la Constitución y los tratados internacionales garantizan la diversidad cultural, prácticas tradicionales como el matrimonio entre jóvenes continúan criminalizadas, expresando una colonialidad jurídica que silencia otros saberes, especialmente los de grupos racializados. A partir de un estudio de caso fundamentado en las teorías críticas del derecho, el pluralismo jurídico, la decolonialidad y la interculturalidad crítica, se propone un protocolo de escucha intercultural que distinga el rito legítimo de la explotación, promoviendo el pluralismo jurídico, el acceso a la justicia y la protección integral.
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