Hiperstições para além do Afropessimismo o fim do negro e a tecnodiversidade afrofuturista

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Luan Henrique Menezes Maciel

Resumen

Este artigo analisa as relações entre afropessimismo, aceleracionismo negro e afrofuturismo, com a hipótese de que o corpo negro atua como vetor de dessubjetivação e reconfiguração ontológica. Inspirado por autores como Aria Dean, Kodwo Eshun e McKenzie Wark, argumenta-se que o afrofuturismo opera como hiperstição: uma prática especulativa que rompe com o tempo linear e projeta futuros radicais. Em vez de reivindicar o humano, propõe-se intensificar a negatividade como força tecnopolítica. Assim, a negritude se inscreve como potência inumana e transformadora diante do colapso do paradigma humanista e da tecnociência universal.

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MENEZES MACIEL, Luan Henrique. Hiperstições para além do Afropessimismo: o fim do negro e a tecnodiversidade afrofuturista. Das Questões, [S. l.], v. 20, n. 1, 2025. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/dasquestoes/article/view/59295. Acesso em: 20 ene. 2026.
Sección
Artigos

Citas

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