v. 16 n. 1 (2017): Dossiê A arte não ocidental no contexto múltiplo e transdisciplinar da contemporaneidade

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Imagem da capa: Foto de Oto Reifschneider

Esta edição da Revista VIS conta com um dossiê sobre arte não-ocidental. O corpo da revista é composto por artigos que vão abordar arte japonesa, chinesa, russa, a permanência da arte islâmica, a diáspora armênia, entre outros. O editorial da revista chama atenção para uma “época de ‘glocalizações’”.

O artigo de Roberto Conduru busca na relação cultural entre Brasil e África uma análise dos aspectos ocidentais e não-ocidentais da arte brasileira, o que ressalta a ocidentalidade como fenômeno que vai além do geográfico, mas que reverbera culturalmente e politicamente. Cristina Dunaeva escreve acerca das vanguardas artísticas na Rússia diante do eurocentrismo e também questiona a dualidade ocidental/não-ocidental.

Em A China, Ai Weiwei e Andy Warhol, Giuseppe Frangi apresenta um estudo acerca da predominância chinesa no mercado global de arte a partir de 2000. O artigo de Monia Abdallah discorre sobre a concepção da Arte Islâmica Contemporânea diante das noções de permanência da civilização islâmica e do anacronismo. Martha Barriga Tello apresenta um artigo acerca do patrimônio artístico peruano diante da depredação advinda da chegada dos europeus, analisando o destino de obras e os efeitos na identidade cultural peruana. A edição também conta com uma entrevista ao artista sírio Zahed Taj-Eddin.

Publicado: 2017-06-26

Dossiê - A arte não ocidental no contexto múltiplo e transdisciplinar da contemp

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