O uso do audioguia como um recurso facilitador para compreender o patrimônio no ambiente expositivo de um aquário amazônico para pessoas com deficiência visual (PCDV)
DOI:
https://doi.org/10.26512/museologia.v14i27.56422Palavras-chave:
Patrimônio natural, Amazônia, Acessibilidade, Tecnologia assistiva, Museu de CiênciaResumo
O estudo analisa o impacto do audioguia como tecnologia assistiva (TA) no Aquário Amazônico Jacques Huber, explorando sua capacidade de inclusão para pessoas com deficiência visual (PCDV). Justifica-se pela necessidade de ampliar a acessibilidade cultural e natural, considerando a exclusão histórica de PCDVs. Os objetivos incluem avaliar o uso do audioguia como recurso acessível, compreender as percepções dos usuários e propor melhorias embasadas em princípios de acessibilidade e comunicação inclusiva. Para tanto, a metodologia utiliza uma abordagem qualitativa, com entrevistas semiestruturadas realizadas com nove participantes de diferentes idades e níveis de deficiência visual. O método integra conceitos teóricos como as heterotopias de Foucault e a tríade Acessibilidade, Inclusão Social e Desenho Universal. Com isso, o estudo identifica práticas inovadoras e lacunas na implementação de tecnologias assistivas e acessibilidade digital, apontando estratégias para aprimorar a experiência sensorial e simbólica dos visitantes no espaço expositivo.
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Fonte histórica
Arquivo Guilherme de La Penha, Fundo Museu Paraense Emílio Goeldi, Gestão Jacques Huber (1907-1914), Série Parque Zoobotânico, Aquário.
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