Estudio sobre la evasión y la permanencia en los cursos técnicos y profesionales
DOI:
https://doi.org/10.26512/lc28202243703Palabras clave:
Educación profesional, Permanencia, EvasiónResumen
Este artículo tiene como objetivo analizar las causas de permanencia y abandono de los alumnos de los cursos técnicos profesionales ofrecidos por el Colegio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN), ubicado en el Centro de Ciencias Humanas, Sociales y Agrarias, campus III de la Universidad Federal de Paraíba. La metodología de este estudio es cualitativa y se basó en el instrumento de la entrevista semiestructurada. Tras el análisis de los datos encontrados, evidenciamos que las causas de evasión y permanencia en los cursos técnicos profesionales del CAVN, consisten en: distancia familiar; falta de motivación; no identificarse con el curso.
Descargas
Citas
Antunes, R., & Alves, G. (2004). As mutações no mundo do trabalho na era da mundialização do capital. Educação e Sociedade, 25(1), 87-99. https://doi.org/10.1590/S0101-73302004000200003
Araujo, R. M. de L. (2001). Desenvolvimento de competências profissionais: as incoerências de um discurso. [Tese de Doutorado, Universidade Federal de Minas Gerais]. Repositório Institucional da UFMG. https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/FAEC-87YK2V
Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo. Edições 70.
Branco, U. V. C. (2020). Ensino superior público e privado na Paraíba nos últimos 15 anos: reflexões sobre o acesso, a permanência e a conclusão. Revista Avaliação, 25(1), 52-72. https://doi.org/10.1590/S1414-40772020000100004
Brasil. (1971). Lei N.º 5.692, de agosto de 1971 (Fixa diretrizes e bases para o ensino de 1° e 2° graus e dá outras providências). Casa Civil. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5692.htm
Brasil. (1982). Lei N.º 7.044 de 18 de outubro de 1982 (Altera dispositivos da Lei n°692, de 11 de agosto de 1971, referentes à profissionalização do 2° grau). Casa Civil. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7044.htm
Brasil. (1996). Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996 (Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional). Presidência da República. Casa Civil. http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei9394_ldbn1.pdf
Brasil. (1997). Decreto nº. 2.208, de 17 de abril de 1997. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Casa Civil. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2208.htm
Brasil. (1999a). Parecer CNE/CEB Nº 16/99 (Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico). Ministério da Educação e Cultura. http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/PCNE_CEB16_99.pdf
Brasil. (1999b). Resolução CNE/CEB Nº 04/99 (Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico). Ministério da Educação e Cultura. http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/RCNE_CEB04_99.pdf
Brasil. (2004). Decreto Nº 5.154, de 23de julho de 2004 (Regulamenta o §2º do art. 36 e os arts.39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996). Casa Civil. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5154.htm
Brasil. (2007). Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (Proeja). Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf2/proeja_medio.pdf
Brasil. (2011). Decreto 7.589, de 26 de outubro de 2011 (Institui a Rede e-Tec Brasil). Casa Civil. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/d7589.htm
Brunel, C. (2004). Jovens cada vez mais jovens na educação de jovens e adultos. Mediação.
Chesnais, F. (1996). A mundialização do capital. Xamã.
Dias, F. R. T. de. (2008). Organização do Trabalho Pedagógico. Fundamento.
Gerhardt, T. E., & Silveira, D. T. (2009) Métodos de pesquisa. Editora UFRGS.
Gounet, T. (1999). Fordismo e toyotismo na civilização do automóvel. Boitempo.
Johann, C. C. (2012). Evasão escolar no Instituto Federal Sulrio-Grandense: um estudo de caso no Campus Passo Fundo. [Dissertação de Mestrado, Universidade de Passo Fundo]. Repositório Institucional da UPF. http://tede.upf.br/jspui/handle/tede/739
Kuenzer, A. Z. (2000). Ensino Médio: construindo uma proposta para os que vivem do trabalho. Cortez.
Machado, M. R. (2009). A evasão nos Cursos de Agropecuária e Informática nível Técnico da Escola Agrotécnica Federal de Inconfidentes – MG. [Dissertação de Mestrado, Universidade de Brasília]. Repositório Institucional da UNB. https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/8676/1/2009_MarciaRodriguesMachado.pdf
Machado, M. R. L., & Moreira, P. R. (2008). Educação profissional no Brasil, evasão escolar e transição para o mundo do trabalho. Anais do V Seminário Nacional de Educação Profissional e Tecnológica. Brasília, Distrito Federal, Brasil. http://www.senept.cefetmg.br/galerias/Arquivos_senept/anais/terca_tema3/TerxaTema3Poster9.pdf
Manfredi, S. M. (2002). Educação Profissional no Brasil. Cortez.
Mehedff, N. G. (1997). Do "operário padrão" ao cidadão produtivo: o desafio de educar para a empregabilidade. Em Brasil. Educação profissional no Brasil: conceitos e práticas em debate. Ministério do Trabalho. http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=6695-dcn-paraeducacao-profissional-debate&Itemid=30192
Neri, M. C. (2009). O tempo de permanência na escola e as motivações dos sem escola. FGV/IBRE.
Rosa, M. V. de F. P. C., & Arnoldi, M. A. G. C. (2006). A entrevista na pesquisa qualitativa: mecanismos para validação dos resultados. Autêntica.
Sacramento, L. N. D., Albuquerque, M. C. N., & Cypriano, C. A. C. (2021). Estudo de evasão e permanência no Ensino Técnico de Nível Médio Integrado: um mapeamento sistemático de literatura. Revista Labor, 26(1), 76-99. https://doi.org/10.29148/labor.v1i26.71888
Souza, J. (2006). A invisibilidade da desigualdade brasileira. Editora UFMG.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2022 Adriege Matias Rodrigues, Ana Cláudia da Silva Rodrigues

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.

Todas as publicações da revista Linhas Críticas serão licenciadas sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0). Isso significa que qualquer pessoa tem o direito de:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato;
Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
As pessoas autoras não podem revogar estes direitos desde que sejam respeitados os termos da licença.
Conforme os termos:
Atribuição — as pessoas leitoras devem atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença, e indicar se foram feitas alterações. As pessoas leitoras podem fazê-lo de qualquer forma razoável, mas não de uma forma que sugira que o licenciante o apoia ou aprova o seu uso.
Sem restrições adicionais — as pessoas autoras não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.
Autores/as que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Pessoas autoras mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Pessoas autoras têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Pessoas autoras têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais, repositórios préprint ou na sua página pessoal) qualquer ponto antes do envio da versão final do artigo à revista, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.
