Servicios de acogimiento familiar en Brasil: desafíos y perspectivas a partir del censo SUAS
DOI:
https://doi.org/10.26512/ser_social.v28i58.54847Palabras clave:
Acogimiento Familiar; Censo SUAS; Niños y Adolescentes; Políticas públicas.Resumen
El acogimiento familiar es reconocido internacionalmente como la medida más adecuada para el desarrollo de niños y adolescentes vulnerables, en comparación con el acogimiento institucional. Esta investigación documental analizó el Servicio de Atención Familiar Sustitutiva en Brasil a partir de datos del Censo SUAS 2022. 30 preguntas seleccionadas del cuestionario censal se organizaron en una hoja de cálculo, segmentadas en tres ejes: caracterización general de los servicios, perfil de las familias sustitutivas y de los hogares sustitutivos. Origen y desarrollo de los servicios. Los principales resultados mostraron que sólo el 6% de los niños en acogimiento familiar en el país se encuentran en familias de acogida, con una mayor concentración en las regiones Sur y Sureste. Entre las debilidades identificadas destacan la falta de regulación en el 0,9% de los servicios, la falta de plazo de custodia provisional en el 13,6% de los casos analizados y la sobrecarga de los equipos en el 62,2% de ellos. Este escenario refuerza la necesidad de una mayor regulación, apoyo financiero y capacitación profesional, a fin de potenciar los efectos positivos asociados a la política de acogimiento familiar.
Descargas
Citas
ANGHEL, R.; HERCZOG, M.; DIMA, G. The challenge of reforming child protection in Eastern Europe: The cases of Hungary and Romania. Psychosocial Intervention, v. 22, n. 3, p. 239-249, 2013.
BAPTISTA, R.; ZAMORA, M. H. É possível profissionalizar as famílias acolhedoras no Brasil? Polêm!ca, v. 16, n. 2, p. 014-028, 2016.
BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (1990). Diário Oficial da União. Lei nº 8.069, de 16 de julho de 1990. Brasília, DF.
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Política Nacional de Assistência Social. Brasília, 2004.
BRASIL. Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e Conselho Nacional de Assistência Social. Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária. Brasília: Conanda, 2006.
BRASIL. Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente e Conselho Nacional de Assistência Social. Orientações técnicas: serviços de acolhimento para crianças e adolescentes. Brasília: Conanda, 2009.
BRASIL. Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS). Resolução n.º 31, de 31 de outubro de 2013. Disponível em: http://blog.mds.gov.br/redesuas/resolucao-no-31-de-31-de-outubro-de-2013/. Acesso em: 18 jul. 2024.
BRONFENBRENNER, U.; MORRIS, P. A ecologia do desenvolvimento humano. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
BRONFENBRENNER, U.; MORRIS, P. The bioecological model of human development. In: Theoretical models of human development. p. 793-828, 2006.
BRONFENBRENNER, U. Bioecologia do desenvolvimento humano: tornando os seres humanos mais humanos. Porto Alegre: Artmed, 2012.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Sistema Nacional de Adoção [Painel de controle de dados]. Disponível em: https://paineisanalytics.cnj.jus.br/single/?appid=ccd72056-8999-4434-b913-f74b5b5b31a2&sheet=4f1d9435-00b1-4c8c-beb7-8ed9dba4e45a&opt=currsel&select=clearall. CORRÊA, L. S. Serviços de acolhimento institucional de crianças e adoles- centes na região metropolitana de Belém: os ambientes, os acolhidos e os educado- res. 2016. Tese (Doutorado) – Universidade Federal do Pará, Belém, 2016.
FERMENTÃO, C. A. G. R.; GARCIA, P. M.; BALDASI, M. V. S. B. S. Instrumen- tos para efetivação do direito à convivência familiar e comunitária: política pública de acolhimento familiar visando a dignidade humana. Revista Direitos Sociais e Políticas Públicas (UNIFAFIBE), v. 9, n. 1, p. 136-170, 2021.
FERNANDES JACOBINA, L.; LEMOS DE PAIVA, I. «Aconchego do Lar»: Discu- tindo o Serviço de Acolhimento Familiar. Revista Latinoamericana de Ciencias So- ciales, Niñez y Juventud, v. 18, n. 1, p. 43-65, 2020. Disponível em: http://dx.doi.org/10.11600/1692715x.18103. Acesso em: 10 jul. 2023.
INSTITUTO FAZENDO HISTÓRIA. Família acolhedora – Acolhendo a Primeira Infância. São Paulo, 2019. Disponível em: https://static1.squarespace.com/static/56b10ce8746fb97c2d267b79/t/5d3622ad42b5000001a80d58/1563828984034/WEB+_LIVRO+FAM%C3%8DLIAS+ACOLHEDORAS+07+JULHO+2019+FINAL.pdf. Acesso em: 15 jun. 2023.
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL. Censo SUAS. 2022. Disponível em: https://aplicacoes.mds.gov.br/snas/vigilancia/index2.php. Acesso em: 10 jul. 2023.
PANTOJA, V. D. Crianças e Adolescentes em Acolhimento Institucional: Perfil e situação sociojurídica. 2021. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Pará, Belém, 2021.
PINHEIRO, A.; CAMPELO, A. A.; VALENTE, J. (Org.). Guia de acolhimento familiar. São Paulo: Instituto Fazendo História, 2022.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 SER Social

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Todo o conteúdo deste periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma https://creativecommons.
Copyright: Os autores serão responsáveis por obter o copyright do material incluído no artigo, quando necessário.
Excepcionalmente serão aceitos trabalhos já publicados (seja em versão impressa, seja virtual), desde que devidamente acompanhados da autorização escrita e assinada pelo autor e pelo Editor Chefe do veículo no qual o trabalho tenha sido originalmente publicado.





