Condiciones de vida objetivas de niños trabajadores encarcelados en centros socioeducativos del Nordeste
DOI:
https://doi.org/10.26512/ser_social.v28i58.58654Palabras clave:
Trabajo infantil, Medidas socioeducativas, Socioeducación, Condiciones de vida objetivasResumen
Este artículo pretende analizar las condiciones de vida que precedieron al encarcelamiento en unidades socioeducativas (USEs) de adolescentes y jóvenes que fueron niños trabajadores. Se realizó un estudio cualitativo con 30 estudiantes socioeducativos que cumplían una medida de restricción o privación de libertad en nordeste. Se utilizaron cuestionarios para investigar: las características biossociodemográficas, las condiciones objetivas de vida, la presencia/ausencia de trabajo infantil, la trayectoria de trabajo infantil y la participación en actos tipificados como infracciones que dieron lugar a la ejecución de la medida socioeducativa. Los datos se analizaron mediante estadística descriptiva y el programa Statistical Package for the Social Sciences. Los resultados muestran que las condiciones objetivas de vida de los participantes están marcadas por la incapacidad del Estado de ofrecer políticas públicas efectivas que garanticen sus derechos fundamentales. El Estado sólo está presente en la vida de estos participantes para aplicar medidas punitivas como el encarcelamiento en USEs.
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