Patrimônio Íntimo: a experiência do autêntico nas artes primeiras

Autores

  • Bruno Brulon

DOI:

https://doi.org/10.26512/museologia.v4i8.16903

Palavras-chave:

Patrimônio. Autenticidade. Etnografia. Artes primeiras.

Resumo

O patrimônio etnográfico, reapresentado aos olhos europeus como “artes primeiras”, para ser pensado como “arte”, deve ser “autentificado” por um conjunto de valores específicos. O artigo analisa, do ponto de vista da sociologia dos valores, a gramática axiológica, como proposta na obra de Nathalie Heinich, que leva objetos do patrimônio a serem percebidos como “artes primeiras” na Europa, e particularmente no caso do Musée du quai Branly, na França. Considerando uma revisão dos referenciais utilizados para pensar a autenticidade no campo da Museologia e do Patrimônio, o artigo propõe a perspectiva axiológica para investigar a patrimonialização e a musealização como processos sociais. 

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Publicado

2016-02-02

Como Citar

Brulon, B. (2016). Patrimônio Íntimo: a experiência do autêntico nas artes primeiras. Museologia & Interdisciplinaridade, 4(8), 31 - 49. https://doi.org/10.26512/museologia.v4i8.16903

Edição

Seção

Dossiê - Patrimônio