Entre formas harmônicas da natureza e os conflitos estéticos e sociais

uma resenha de O tempo da paisagem, de Jacques Rancière

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26512/rfmc.v13i3.58841

Palavras-chave:

Tempo da Paisagem. Conflitos Estéticos. Jacques Rancière.

Resumo

Para Jacques Rancière, o objeto que temos em mãos, assim como os demais objetos constantemente analisados por ele no palco político ou na composição de cenas estéticas, também se constitui por meio de conflitos e emerge da busca pela igualdade na diversidade sensível. O sintoma desse processo é a busca irrefreável pela modificação de uma configuração existente do que é perceptível nos objetos do pensamento. E na busca pela modificação destas configurações existentes, a harmonia e a desarmonia das formas, como veremos, contribuem para o conflito em torno do que a tradição define como belo e como “arte”, mas não apenas isso, pois o tumulto gerado por esse objeto não escapa ao sentido de natureza.

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Biografia do Autor

Michelly Alves Teixeira, Universidade de Brasília

Doutoranda em Filosofia pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade de Brasília. Mestra no Programa de Pós-Graduação em Filosofia, na linha Epistemologia, Lógica e Metafísica, pela Universidade de Brasília. Graduada no curso de bacharelado e licenciatura em Filosofia pela Universidade de Brasília (2014/2018). Desde os primeiros meses acompanhou atividades extra-curriculares e Grupos de Estudo com especialistas em diferentes linhas de pensamento nas áreas de História da Filosofia contemporânea, Filosofia Política e Estética. Participou, já no primeiro ano da graduação de evento nacional, apresentando comunicação em áreas de interesse. Desenvolveu, entre os anos de 2015 a 2018, Projeto de Iniciação Científica (PIBIC). Possui interesse pela Filosofia Moderna, Contemporânea e Ética e Filosofia Política.

Referências

RANCIÈRE, Jacques. O tempo da paisagem. Tradução de Pedro Taam. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2024.

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Publicado

20-02-2026

Como Citar

TEIXEIRA, Michelly Alves. Entre formas harmônicas da natureza e os conflitos estéticos e sociais: uma resenha de O tempo da paisagem, de Jacques Rancière. Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea, [S. l.], v. 13, n. 3, p. 209–226, 2026. DOI: 10.26512/rfmc.v13i3.58841. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/fmc/article/view/58841. Acesso em: 24 fev. 2026.

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