Entre formas harmônicas da natureza e os conflitos estéticos e sociais
uma resenha de O tempo da paisagem, de Jacques Rancière
DOI :
https://doi.org/10.26512/rfmc.v13i3.58841Mots-clés :
Tempo da Paisagem. Conflitos Estéticos. Jacques Rancière.Résumé
Para Jacques Rancière, o objeto que temos em mãos, assim como os demais objetos constantemente analisados por ele no palco político ou na composição de cenas estéticas, também se constitui por meio de conflitos e emerge da busca pela igualdade na diversidade sensível. O sintoma desse processo é a busca irrefreável pela modificação de uma configuração existente do que é perceptível nos objetos do pensamento. E na busca pela modificação destas configurações existentes, a harmonia e a desarmonia das formas, como veremos, contribuem para o conflito em torno do que a tradição define como belo e como “arte”, mas não apenas isso, pois o tumulto gerado por esse objeto não escapa ao sentido de natureza.
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RANCIÈRE, Jacques. O tempo da paisagem. Tradução de Pedro Taam. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2024.
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© Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea 2025

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