Proyectos de ciencia ciudadana de acceso abierto: una (no) realidad en Portugal

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.26512/rici.v15.n2.2022.40436

Palabras clave:

Ciencia Abierta, Ciencia Ciudadana, Portugal, Participación ciudadana, Comunidades Locales, Datos Abiertos

Resumen

- La Ciencia Ciudadana, como principio subyacente a la Ciencia Abierta, presupone la implicación de los ciudadanos y de la sociedad en el uso, escrutinio y producción de la ciencia, y se caracteriza por la participación de aficionados o no científicos en la construcción del conocimiento científico, potenciada por el creciente uso de las tecnologías de la información y la comunicación y de las redes sociales. Los datos recogidos y los metadatos resultantes de estos proyectos se ponen naturalmente a disposición del público y se publican en acceso abierto. A partir de la información recogida en diferentes plataformas de Internet, se identificaron proyectos en Portugal, en las áreas de Ciencias Sociales y Humanidades y Ciencias Naturales, que se desarrollan según el espíritu de colaboración y la participación de las comunidades locales y los ciudadanos en general. El objetivo, además de identificar estos proyectos, es analizar, desde un punto de vista cuantitativo, las prácticas de acceso abierto, es decir, la provisión y publicación de contenidos de acceso abierto, los datos de investigación abiertos (acceso y reutilización), la existencia de repositorios digitales, la gestión de datos y la participación en proyectos internacionales. Se concluye que son pocos los proyectos de Ciencia Ciudadana propiamente dichos, aunque la colaboración de comunidades y ciudadanos en la construcción colaborativa del conocimiento es cada vez mayor, y aún más raros son los que ponen los datos a disposición en acceso abierto, para su posterior reutilización.

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Biografía del autor/a

Luísa Alvim, Universidade de Évora, CIDEHUS, Évora, Portugal

Doutora em Ciências da Informação e Documentação pela Universidade de Évora (2016) com a investigação intitulada A Missão Social da Biblioteca Pública: uma visão das bibliotecas públicas portuguesas a partir do Facebook. Mestre em Ciência da Informação (2011). Pós-graduada em Ciências Documentais (1992). Licenciada em Filosofia (1985). Investigadora do CIDEHUS - Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora.

Ana Margarida Dias da Silva, Universidade de Coimbra, Faculdade de Letras, Coimbra, Portugal

Ana Margarida Dias da Silva, arquivista desde 2004, tem trabalhado em arquivos públicos e privados. É técnica superior no Arquivo do Departamento das Ciências da Vida da Universidade de Coimbra. Aluna do doutoramento em Ciência da Informação da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, mestre em Ciência da Informação e Documentação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (2013) e mestre em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (2014). A sua dissertação de mestrado O uso da Internet e da Web 2.0 na difusão e acesso à informação arquivística: o caso dos arquivos municipais portugueses venceu o 1º Prémio Olga Gallego de Investigación en Archivos (2015).

Principais áreas de interesse e investigação: Ciência da Informação; Arquivística; Organização e Representação da Informação; Comunicação da Informação; Instituições de Memória; Crowdsourcing; Ciência Cidadã; Arquivos pessoais e familiares; História Social; História religiosa.

Citas

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Publicado

2022-08-22

Cómo citar

Alvim, L., & Silva, A. M. D. da. (2022). Proyectos de ciencia ciudadana de acceso abierto: una (no) realidad en Portugal. Revista Ibero-Americana De Ciência Da Informação, 15(2), 572–591. https://doi.org/10.26512/rici.v15.n2.2022.40436