Confluent characters
the collectionisms of Ricardo Brennand and Henry Lynch
DOI:
https://doi.org/10.26512/museologia.v14i27.55950Keywords:
Museology, Collecting, Heritage, Ricardo Brennand, Henry LynchAbstract
This paper aims to highlight the existence of common traits that link collectors Ricardo Brennand (1927-2020) and Henry Lynch (1878-1958). To this end, it presents a critical reading of aspects of their biographical trajectories that are confluent and related to collecting practices. In both cases, the act of collecting is also seen as a form of socio-cultural distinction. The main point of connection between these two collectors is Lynch's nineteenth-century collection, which currently belongs to the Ricardo Brennand Institute. By analyzing the trajectory of this collection in accordance with the principles and procedures of Museology, bringing them closer to the biography of the objects, it was possible to detect what is common in the collecting practice of these two figures who stood out in Brazil as great collectors.
Keywords: Museology; Collecting; Heritage; Ricardo Brennand; Henry Lynch.
Downloads
References
ABREU, Regina. A fabricação do imortal: memória, história e estratégias de consagração no Brasil. Rio de Janeiro: Rocco: Lapa, 1996.
BARATA, Carlos Eduardo de Almeida; BUENO, Antônio Henrique da Cunha. Dicionário das Famílias Brasileiras. São Paulo: Originis-X Sociedade de Pesquisa, [19--]. 2 v.
BENJAMIN, Walter. Desempacotando minha biblioteca: um discurso sobre o colecionador. In: BENJAMIN, Walter. Rua de mão única. São Paulo: Brasiliense, 2000, p. 227-235. (Obras escolhidas, 2).
BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: ¬¬¬¬¬¬¬______. Magia e técnica arte e política. Ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994. p.165-196. (Obras escolhidas, v.1).
BRENNAND, Ricardo. Quando Deus quer, o homem sonha, a obra nasce. Disponível em https://www.institutoricardobrennand.org.br/index.php/oinstituto. Acesso em 12 set. 2024.
CALLATAŸ, Françoise. De la collection à la prison. Tentative de classement psychanalytique des éxcés bibliophiliques. In: DAVID, Geraldine; MAIRESSE, François. (Orgs.). Collectioneurs et psyché. Ce que collectionner veut dire. Bruxelles: Bibliotheca Wittockiana, 2020. p. 33-47.
COSTA, Nicole do Nascimento Medeiros. Coleção de coleções: antropologia do objeto museal no Instituto Ricardo Brennand. 2010. 132 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2010. Disponível em: <http://repositorio.ufpe.br/bitstream/handle/123456789/1099/arquivo811_1.pdf?sequence=1&isAllowed=y>. Acesso em: 20 nov. 2024.
COSTA, Paulo de Freitas. Sinfonia dos objetos: a coleção de Ema Gordon Klabin. São Paulo: Iluminuras, 2007.
COUTINHO, Paula Andrade. Do palacete ao castelo: estudo da trajetória do colecionador Henry Joseph Lynch. 2017. Dissertação (Mestrado em Museologia) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2017.
Coutinho, Paula Andrade; Rangel, Márcio Ferreira. Biblioteca privada e marca de propriedade: da reunião à sua dispersão. BIBLOS - Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informação. Rio Grande: FURG – Universidade Federal do Rio Grande, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.14295/biblos.v35i2.12625 Acessado em 18 mar. 2024.
DESVALLÉES, André; MAIRESSE, François. Conceitos-chave de Museologia. São Paulo: ICOM, 2013.
FERREZ, Helena Dodd. Documentação museológica: teoria para uma boa prática. Estudos de Museologia. Rio de Janeiro: Ministério da Cultura, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Departamento de Promoção, 1994. p. 65-74 (Cadernos de Ensaios 2).
FINER, Peter (Org.). Coleção Brennand de armas no Castelo São João: Instituto Ricardo Brennand. Prefácio de Ricardo Brennand; Apresentação de Marco Antônio Maciel. Recife: Instituto Ricardo Brennand, 2008.
FORMULÁRIO de Catalogação de Obras de Arte Coleção Cultura Inglesa. N° 00170 e 00180. Rio de Janeiro. Documentação Pinakotheke Cultural, 1994.
GALVÃO, Nara Neves Pires. Colecionismo e performance: um percurso etnográfico pela coleção Ricardo Brennand. 2017. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2017.
GLAUCE, Meire. Ricardo Brennand: grande entrevista: o meu critério é o gosto. Império Villas&Golfe: Brazil Edition, São Paulo, n. 1, p. 20-28, dez./jan. 2013.
HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
HOWARD, Algar. [Correspondência para Sir Henry Lynch]. Londres, 23 ago. 1928. 1f. Estudo da linhagem da família Lynch e intenção de registro do Pedigree.
INSTITUTO RICARDO BRENNAND. Inventário e registro museológico da coleção de arte do Instituto Ricardo Brennand. Recife: Instituto Ricardo Brennand, 2001-2003.
INSTITUTO RICARDO BRENNAND. Inventário museológico da coleção. Recife: Instituto Ricardo Brennand, 2018.
KOPYTOFF, Igor. A biografia cultural das coisas: a mercantilização como processo. In: APPADURAI, Arjun (Org.). A vida social das coisas: as mercadorias sob umaperspectiva cultural. Niterói: Eduff, 2008, p. 89-142.
LACERDA, Maurício Caminha de. O “Tory” que auxiliou uma Revolução. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 26 jan. 1958. Caderno 1, p. 2-4.
LAGO, Bia Corrêa do (org.). Frans Post e o Brasil Holandês na Coleção do Instituto Ricardo Brennand. 2 ed. Recife: Capivara, 2010.
LEITE, Jose Roberto Teixeira. O Oitocentos Brasileiro na Coleção Ricardo Brennand. Organização de Leonardo Dantas Silva. Recife: Caleidoscópio: Instituto Ricardo Brennand, 2015.
LEVY, Carlos Roberto Maciel et al. Iconografia e paisagem: Coleção Cultura Inglesa. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1994.
LOPES, José Rogério. Colecionismo e ciclos de vida: uma análise sobre percepção, duração e transitoriedade dos ciclos vitais. In: Horizontes Antropológicos. Porto Alegre, a. 16, n. 34, p. 377-404, 2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ha/v16n34/16.pdf>. Acesso em 14 ago. 2024.
MARCUSE, Herbert. Sobre os fundamentos filosóficos do conceito de trabalho da ciência econômica. In: MARCUSE, Herbert. Cultura e sociedade. Vol. 2. São Paulo: Paz e Terra, 1998. p. 7-50.
MARCUSE, Herbert. Sobre o caráter afirmativo da cultura. In: MARCUSE, Herbert. Cultura e sociedade. Vol. 1. São Paulo: Paz e Terra, 1997. p. 89-136.
MENESES, Ulpiano T. Bezerra de. Memória e cultura material: documentos pessoais no espaço público. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, v. 11, n. 21, p. 89-104, jan./jun. 1998.
OTLET, Paul. Tratado de documentação: o livro sobre o livro teoria e prática. [1934]. Tradução de ALDABALDE, Taiguara Villela et. al. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 2018. Disponível em: <https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/32627/1/LIVRO_TratadoDeDocumenta%C3%A7%C3%A3o.pdf>. Acesso em: 19 out. 2024.
PAIVA, Diego Souza de. O David do Brennand e o protagonismo das cópias na história da arte: trajetórias e espaços expositivos de um objeto de arte particular. Tese (Doutorado) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017.
POMIAN, Krzysztof. Colecção. In: ENCICLOPÉDIA Einaudi: memória – história. [Lisboa]: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, , v. 1, 1984. p. 51-86.
RELAÇÃO das Obras Selecionadas para Doação. Rio de Janeiro, 21 de maio de 1958, p. 1-54.
SILVA, Frederico. A coleção Artur Azevedo. São Luís: Instituto Geia, 2014.
RÚSSIO, Waldisa. A interdisciplinaridade em museologia. In: BRUNO, Maria Cristina Oliveira. (Coord.). Waldisia Rússio Camargo Guarnieri. Textos e contextos de uma trajetória profissional. Vol. 1. São Paulo: Pinacoteca do Estado: Secretaria do Estado de Cultura: Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Museus, 2010 [1981]. p. 123-126.
SOCIEDADE Brasileira de Cultura Inglesa: sete décadas de história. [Rio de Janeiro]: Sextante, 1999.
STENGERS, Isabelle. Quem tem medo da ciência? Ciência e poderes. São Paulo: Siciliano, 1990.
VIANNA, Júlia Godois; MINELLI, Maria Carolina (Org.). Brasiliana: Coleção Sir Henry Lynch. 2 ed. Rio de Janeiro: Gráfica Vitória, 1980.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Museologia & Interdisciplinaridade

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
