O interdito do direito à verdade e à memória no caso Dina do Araguaia
DOI:
https://doi.org/10.26512/insurgencia.v4i1.28833Abstract
O objetivo deste trabalho é demonstrar que o caso Dina do Araguaia aponta um interdito ao direito à verdade e à memória. Será abordado como o ingresso e destaque de Dina na guerrilha rompe com o papel de gênero tradicional, sobretudo, em meio ao regime político. Analisaremos o aparato repressivo utilizado pelo Estado, sobretudo a execução via “desaparecimento forçado”, enquanto instrumentos de interdição e silenciamento aos que se opuseram ao regime ditatorial, à luz do marco teórico de Foucault, Althusser e Eni Orlandi. O método empregado será hermenêutico, a técnica de pesquisa utilizada é a bibliográfica e documental.
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