Eventos extremos, antropocentrismo e biocentrismo vistos pela ADE

Autores

  • Ubirajara Moreira Fernandes Especialista em literatura brasileira aposentado e ambientalista
  • Márcio M. G. Silva Pesquisador independente, linguista, tradutor e ambientalista
  • Hildo Honório do Couto Universidade de Brasília – Professor Emérito

Resumo

O objetivo deste artigo é lembrar que os eventos extremos estão se tornando cada vez mais frequentes e cada vez mais extremos. Segundo os cientistas, já chegamos ao ponto de não retorno. Assim, o que podemos fazer agora é tentar mitigar os efeitos desses eventos. Dentro da concepção de que todos nós somos responsáveis, argumentamos no sentido de que a Análise do Discurso Ecossistêmica (ADE) é um bom ponto de partida para se discutirem essas questões e, quem sabe, lembrar o que ainda pode ser feito a fim de permanecermos vivos como espécie.

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Publicado

2025-08-12

Como Citar

Fernandes, U. M., Silva, M. M. G., & Couto, H. H. do. (2025). Eventos extremos, antropocentrismo e biocentrismo vistos pela ADE. Ecolinguística: Revista Brasileira De Ecologia E Linguagem (ECO-REBEL), 11(2), 17–32. Recuperado de https://periodicos.unb.br/index.php/erbel/article/view/59256

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