O imprevisível poder de um título: resposta a Eduardo Viveiros de Castro

Autores

  • Alcida Rita Ramos

Palavras-chave:

Antropologia, Crítica

Resumo

A vantagem de se responder a uma resenha é a oportunidade que se abre para alguns esclarecimentos, a necessidade dos quais não foi prevista na época de ser escrito o livro resenhado. Assim, agradeço a Eduardo Viveiros de Castro pela ocasião de fazer uma breve retrospectiva do processo de criação de Hierarquia e Simbiose. Embora publicado em fins de 1980, a redação do livro foi terminada em fins de 1976, início de 1977. Essa foi uma época difícil para os antropólogos que participaram dos projetos ass.stenciais da FUNAI junto a vários grupos indígenas *. Depois de uma momentânea fase de receptividade ao trabalho prático de antropólogos qualificados, a FUNAI reverteu a sua posição e acabou por dispensar todos eles e, na maioria dos casos, pôs fim aos projetos.

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Referências

CARVALHO, Maria Rosário G. Identidade étnica e território Trabalho apresentado na Mesa-Redonda “A Construção da Identidade em Sociedades Indígenas”, 13.a Reunião da Associação Brasileira de Antropologia, São Paulo, abril, 1982.
SMITH, Anthony D. The Ethnic revival. Cambridge, Cambridge University Press, 1981.

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Publicado

2018-01-18

Como Citar

Ramos, A. R. (2018). O imprevisível poder de um título: resposta a Eduardo Viveiros de Castro. Anuário Antropológico, 6(1), 263–266. Recuperado de https://periodicos.unb.br/index.php/anuarioantropologico/article/view/6201