Antologia como manifesto arte verbal Asteca, Bernardino de Sahagún & Jerome Rothenberg

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Márcio de Carvalho
Izabela Guimarães Guerra Leal

Resumo

As tradições orais atraíram diversos poetas, tradutores, antropólogos e etnógrados a partir de meados do século vinte. Permeados pela proposta modernista, diversos poetas buscaram novas formas poéticas para capturar o ritual, que são os elementos performáticos da arte oral nativa com o objetivo de ressaltar os valores estéticos contidos nos textos de culturas tradicionais pré-colombianas. O presente artigo se propõe a analisar as contribuições da teoria de etnopoética e sua tradução ético-estética, em especial as antologias de artes orais astecas compiladas por Jerome Rothenberg. Também discutirá a função da tradução nesse contexto, reconhecendo-a como criação e crítica literária. Nessa interpretação semiótica, a tradução revela importantes mecanismos ao apresentar uma noção de cultura ao leitor.

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Como Citar
de Carvalho, M., & Leal, I. (2018). Antologia como manifesto. Caleidoscópio: Linguagem E Tradução, 2(2), 04 - 23. https://doi.org/10.26512/caleidoscopio.v2i2.9237
Seção
ARTIGOS