Imitação x cópia

O conceito de Antigo (e sua ausência) na arte do século XVIII

Autores

  • Anésio Azevedo Costa Neto IFSP. UnB

DOI:

https://doi.org/10.26512/vis.v17i1.20514

Palavras-chave:

Antiguidade. Arte grega. Teoria da imitação. Teoria da história. Modernidade.

Resumo

Neste trabalho partimos da constituição do conceito de Antigo/Antiguidade para Winckelmann, em sua História da arte na antiguidade, no intuito de compreender como esse conceito se torna um critério normativo em suas teorizações. A fim de constituir maior densidade em nossa análise, lançaremos mão de mais dois pensadores que nos ajudarão a refletir a antiguidade: o filósofo italiano Giambattista Vico (1670 ”“ 1744) e Arnold Hauser (1892 ”“ 1978). Acreditamos que o acréscimo de suas teorizações nos ajudará a conceitualizar o Antigo como uma prescrição teórica e prática para, na visão de Winckelmann, a decadente arte de sua época.

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Biografia do Autor

Anésio Azevedo Costa Neto, IFSP. UnB

[1] Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), é docente do ensino básico, técnico e tecnológico em Filosofia do Instituto Federal de São Paulo, campus Votuporanga, e candidato ao Doutorado em Artes, linha de pesquisa em Poéticas Contemporâneas, pela UnB. O presente texto é resultado das pesquisas do mestrado em artes (2011-2013), pela mesma instituição onde cursa o doutorado. E-mail: anesio.azevedo@gmail.com.

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Publicado

2018-04-23

Como Citar

Costa Neto, A. A. (2018). Imitação x cópia: O conceito de Antigo (e sua ausência) na arte do século XVIII. Revista VIS: Revista Do Programa De Pós-Graduação Em Arte, 17(1), 137–146. https://doi.org/10.26512/vis.v17i1.20514

Edição

Seção

Colaborações - Tema Livre