A CIÊNCIA DOS POVOS TRADICIONAIS COMO FONTE DE CURA E DE COOPERAÇÃO EM TEMPO DE PANDEMIA
DOI:
https://doi.org/10.33240/rba.v15i4.23389Palabras clave:
Saberes tradicionais, Alimentação, SaúdeResumen
Neste trabalho buscamos trazer ao conhecimento, a importância dos recursos vegetais como parte do acervo de saberes e práticas dos povos e comunidades tradicionais na região do Baixo Tocantins, nordeste do Pará, Brasil. No estudo, abordamos uma situação concreta na qual se verificam as estratégias de enfrentamento aos sintomas da Covid-19, por meio do uso de recursos vegetais e alimentação. A pesquisa se insere num projeto maior, iniciada em 2018, cujo objetivo é entender como grandes empreendimentos e os desastres ambientais que eles provocam, afetam a autonomia e qualidade alimentar de ribeirinhos, pescadores artesanais, extrativistas e quilombolas, distribuídos em áreas de várzeas e terra firme da referida região. Para desenvolver o objetivo realizamos pesquisa etnográfica, com abordagem quanti-qualitativa em 24 comunidades dos municípios de Abaetetuba, Igarapé Miri, Limoeiro do Ajuru e Moju, nos quais selecionamos 86 pessoas com sintomas da doença. Os dados da análise permitem conhecer a sociobiodiversidade e confirmam a importância da mandioca e demais recursos vegetais na dieta alimentar e na saúde coletiva, os quais contribuem para a sustentabilidade e atualização de uma cultura ecológica, coerente com suas necessidades.
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