Museums in the colonial horizon of modernity Fred Wilson's mining the museum (1992)

Autores

  • Simone Neiva Loures Gonçalves Universidade Vila Velha; Universidade Federal do Espírito Santo
  • Gisele Barbosa Ribeiro Universidade Federal do Espírito Santo

DOI:

https://doi.org/10.26512/museologia.v7i13.17751

Palavras-chave:

Museu, Colonial, Museografia

Resumo

Argumentarei aqui que os museus do mundo moderno/colonial (isto é, o modo de vida, os princípios econômicos, as estruturas políticas e os modelos de subjetividades originados no século XVI com o surgimento dos circuitos comerciais atlânticos) tiveram e ainda têm um papel particular a desempenhar na colonização do conhecimento e dos seres. As perguntas são então: (1) como descolonizar o museu e (2) como avaliar qual opção descolonial os museus podem fazer ao reorientar obras (por exemplo, de modo resumido, reproduzindo a retórica da modernidade e a lógica da colonialidade, ou entrando em um espírito de desobediência epistêmica e estética desfazendo o que os museus fizeram na história moderna/imperial: aprender a desaprender e a fazer os museus atuarem na descolonização do ser e do conhecimento).

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Biografia do Autor

Simone Neiva Loures Gonçalves, Universidade Vila Velha; Universidade Federal do Espírito Santo

Simone Neiva é mestranda do Programa de Pós-Graduação em Arte da Universidade Federal do Espírito Santo. Professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Cidade da Universidade Vila Velha. Possui Doutorado em Arquitetura (USP/2010), Pós-doutorado em Arquitetura (MACKENZIE/2010), Mestrado em Arquitetura pela Universidade de Tóquio (2003), Especialização em História da Arte e História da Arquitetura (PUCRio/2000) e Graduação  (1994) em Arquitetura e Urbanismo (UFES/1994). Fellow da Fundação Japão, Tóquio (2005-2006). Atua como membro do Grupo de Pesquisa SCP – Sistemas Contemporâneos de Projeto/UVV nos seguintes temas: estudo de teorias, procedimentos e processos de projeto e estudo relativos a interface entre os campos da Arte e Arquitetura.

Gisele Barbosa Ribeiro, Universidade Federal do Espírito Santo

Gisele Ribeiro é artista, pesquisadora e professora do Departamento de Artes Visuais e do Programa de Pós-graduação em Artes da UFES. Possui Doutorado em Artes pela Universidad de Castilla-La Mancha (2010), na Espanha, cuja tese tem como título ?PROJETO URUBU: opacidad y transparencia en el arte y en la esfera pública?. Tem mestrado em Linguagens Visuais (EBA / UFRJ - 2002) e graduação em Desenho Industrial (ESDI / UERJ - 1991). Sua pesquisa tem como foco as implicações políticas da arte, englobando questões relativas à "crítica institucional", à "arte conceitual" e à "arte pública".

Publicado

2018-05-28

Como Citar

Gonçalves, S. N. L., & Ribeiro, G. B. (2018). Museums in the colonial horizon of modernity Fred Wilson’s mining the museum (1992). Museologia & Interdisciplinaridade, 7(13), 309-324. https://doi.org/10.26512/museologia.v7i13.17751

Edição

Seção

Tradução

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