LUTA PELA TERRA E RESISTÊNCIA CAMPONESA: OS ACAMPAMENTOS DO MST NO RIO GRANDE DO SUL
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Resumo
O estado do Rio Grande do Sul (RS) conta atualmente com 345 assentamentos rurais (INCRA, 2017) distribuídos ao longo de seu território. Essa configuração representa alguns dos resultados da luta de mais de três décadas dos movimentos sociais que atuam no Estado reivindicando uma reforma agrária popular que visa o assentamento de famílias rurais para a produção de alimentos da agricultura camponesa.
Com 12.418 famílias assentadas até o ano de 2017 (INCRA, 2017), o assentamento de famílias em propriedades rurais no Rio Grande do Sul ainda é uma pauta importante dos movimentos sociais de luta pela terra. Essa luta pode ser vislumbrada atualmente pela presença de oito acampamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra em diferentes regiões do Estado.
*Este resumo foi gerado pela equipe editorial a partir de trechos copiados do texto, considerando que no presente momento em que a edição foi publicada a apresentação de resumo não fazia parte das normas da revista.
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Referências
FERNANDES, Bernardo Mançano. A formação do MST no Brasil. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.
INCRA – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. Projetos de Reforma Ágrária Conforme Fases de Implementação. Disponível em: <http://www.incra.gov.br>. Acesso em outubro de 2017.
MEDEIROS, Rosa Maria Vieira. O Rio Grande do Sul e a busca pela Reforma Agrária. In: VERDUM, Roberto; Basso, Luis Alberto; SUERTEGARAY, Dirce Maria Antunes (Orgs.). Rio Grande do Sul: paisagens e territórios em transformação. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004.
MEDEIROS, Rosa Maria Vieira et al. DATALUTA Rio Grande do Sul: Relatório 2014. (Relatório de Pesquisa), Porto Alegre, RS, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2015.