Seu Cangira, Deixa a Gira Girar: A Cabula Capixaba e seus Vestígios em Minas Gerais

Autores

  • Guilherme Dantas Nogueira Calundu - Grupo de Estudos sobre Religiões Afro-Brasileiras. Universidade de Brasília
  • Nilo Sérgio Nogueira Cabana Senhora da Glória - Nzo Kuna Nkos'i

DOI:

https://doi.org/10.26512/revistacalundu.v1i2.7634

Palavras-chave:

Cabula. Calundu. Macumba. Umbanda. Quimbanda.

Resumo

Buscamos promover com o presente artigo um resgate da Cabula, religião afro-capixaba, antiga ”“ a primeira a ganhar nome próprio a partir dos heterogêneos Calundus coloniais ”“ e de culto aparentemente descontinuado no Brasil hodierno. Assim, a partir de bibliografia especializada e de informações coletadas com um religioso iniciado na Cabula ”“ o pai de santo capixaba Tateto Nepanji, buscamos descrever os principais aspectos de seu culto e crença. Em seguida, apresentamos alguns vestígios de práticas cabulistas ainda presentes em rituais angoleiros praticados em Minas Gerais, onde pai Nepanji se radica. Os vestígios da Cabula apontam ainda para a força e continuidade de uma linguagem ritual angoleira, que sobrevive no Brasil desde os tempos dos primeiros Calundus coloniais.

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Publicado

2017-12-11

Como Citar

Nogueira, G. D., & Nogueira, N. S. (2017). Seu Cangira, Deixa a Gira Girar: A Cabula Capixaba e seus Vestígios em Minas Gerais. Revista Calundu, 1(2). https://doi.org/10.26512/revistacalundu.v1i2.7634

Edição

Seção

Artigos acadêmicos

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