Fecundidade e limitações de uma teoria
DOI:
https://doi.org/10.26512/aa.1978.2.1.07Keywords:
Antropolgia, Crítica, Etnologia indígenaAbstract
Há mais de trinta anos Betty J. Meggers se dedica à Amazônia. Antes mesmo de iniciar sua primeira pesquisa nessa região, na ilha de Marajó e suas vizinhanças, nos anos de 1948 e 1949, a arqueóloga americana redigiu pelo menos dois trabalhos referentes à mesma. Dada, pois, a larg a convivência da autora com os temas amazônicos, sobretudo os de interesse arqueológico, é com grande expectativa que o leitor brasileiro abre seu livro Amazónia: Man and Culture in a Counterfeit Paradise, publicado em Chicago, pela Aldine-Atherton Inc., em 1971, e cuja tradução, feita por Maria Yedda Linhares, acrescida de uma apresentação de Darcy Ribeiro, foi lançada em 1977, no Rio de Janeiro, pela Civilização Brasileira, com o título Amazônia: a Ilusão de um Paraíso. E. o leitor não se decepciona, pois o livro não somente aborda o desenvolvimento cultural da Amazônia como também elabora uma teoria com que pretende dar conta do mesmo, o que pode conduzir a fecundas discussões.
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Copyright (c) 1978 Anuário Antropológico

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