PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES (E DOS ESPINHOS TAMBÉM)

O DIREITO À LITERATURA NA ESCOLA OU O ACESSO À LITERATURA COMO PARTE INTRÍNSECA DOS DIREITOS HUMANOS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26512/aguaviva.v8i1.51001

Palavras-chave:

Literatura, Direitos Humanos, Literatura Marginal

Resumo

O direito à literatura é pensado indissociavelmente no que diz respeito à ideia de literatura como elemento humanizador. Desse modo, partindo da concepção de Michel Foucault de que a educação é um modo de se apropriar e alterar discursos, saberes e poderes, este texto busca apresentar ponderações acerca da relação entre literatura e direitos humanos para, diante da dor dos outros, considerar uma educação literária para além do capital.

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Biografia do Autor

Éderson Luís Silveira, Universidade Federal da Fronteira Sul

Professor Adjunto da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS); Doutor e Mestre em Linguística pela
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Vice-Líder do Grupo de Pesquisa Michel Foucault e os
Estudos Discursivos (UFAM/CNPq).

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Publicado

2023-10-01

Como Citar

SILVEIRA, Éderson Luís. PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES (E DOS ESPINHOS TAMBÉM): O DIREITO À LITERATURA NA ESCOLA OU O ACESSO À LITERATURA COMO PARTE INTRÍNSECA DOS DIREITOS HUMANOS. Revista Água Viva, [S. l.], v. 8, n. 1, 2023. DOI: 10.26512/aguaviva.v8i1.51001. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/aguaviva/article/view/51001. Acesso em: 28 fev. 2024.