A sonoridade da peça Afluentes Acreanas

do silêncio aos ruídos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26512/vozcen.v6i02.60063

Palavras-chave:

Afluentes Acreanas, Encenação, Leitura Cênica, Ruídos, Sonoridades

Resumo

Este artigo parte da descrição das sonoridades presentes na peça Afluentes Acreanas, de Jaqueline Chagas, montagem realizada em Rio Branco/Acre, desde 2020 até 2025. A partir de um desmembramento da peça, destaco as sonoridades que julgo essenciais para a leitura cênica da encenação, sendo elas: músicas, ruídos produzidos por atores e os instrumentos utilizados. Costa (2022), Lignelli (2014), são apenas alguns dos autores utilizados para entender a construção epistemológica e estética da sonoridade na cena. Através destes, busca-se compreender como estas sonoridades são constituídas e os diferentes papéis de destaque que alcançam durante a peça.

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Biografia do Autor

Maria Jaqueline Nascimento das Chagas, Universidade Federal do Pará - UFPA, Belém/PA, Brasil

Mestra em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto (MG), formada em Licenciatura em Artes cênicas: Teatro da Universidade Federal do Acre (Ufac); Atriz, produtora, diretora, iluminadora, dramaturga e co-fundadora do Coletivo Teatro Candeeiro. Ganhadora do prêmio de dramaturgia (2020) pela peça Afluentes Acreanas pela Fundação Garibaldi Brasil e do prêmio Arcanjo de Cultura (SP) pela montagem de Afluentes Acreanas (2021). Pesquisadora de Shakespeare na Escola e Dramaturgia histórica. Atualmente auxiliar de secretaria da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas (ABRACE) e doutoranda na Universidade Federal do Pará (2025).

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Publicado

27-12-2025

Como Citar

Chagas, M. J. N. das. (2025). A sonoridade da peça Afluentes Acreanas: do silêncio aos ruídos. Voz E Cena, 6(02), 88–103. https://doi.org/10.26512/vozcen.v6i02.60063

Edição

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Dossiê Temático - Artigos

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