ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MODELOS DE ASA CONVENCIONL E GEODÉSICA

Autores

  • Aurélio Faleiro Teixeira Alves PUCMG
  • Bernardo de Souza Guimarães PUCMG
  • Cristiano Athayde Braga Diniz PUCMG
  • Guilherme Gomes Bernardes PUCMG
  • Itamar da Silva Lima Junior PUCMG
  • Pedro Américo Almeida Magalhães Júnior
  • Pedro Paulo Santos Rodrigues da Cunha PUCMG
  • Pedro Mariani Souza PUCMG
  • Raphael Yggor Pesso de Queiroz PUCMG
  • William Ribeiro Silva PUCMG

DOI:

https://doi.org/10.26512/ripe.v2i20.15002

Resumo

A mais antiga aplicação da estrutura geodésica data de 1911, pré ”“ primeira guerra mundial,com aplicação no dirigível Schütte-Lanz SL1. Posteriormente a estrutura foi empregada em bombardeiros por Vickers-Armstrongs nas aeronaves Wellesley, Wellington, Warwick e Windsor. A estrutura geodésica possibilita que qualquer uma das longarinas possa suportar uma parte da carga a partir do lado oposto da aeronave, oferecendo uma elevada resistência mecânica. Não se sabe com exatidão o motivo do abandono do modelo de
construção geodésico, porém um dos possíveis motivos foi a dificuldade de modificação da estrutura física da aeronave com objetivo de permitir uma mudança no comprimento dos perfis. Atualmente os modelos de asas são convencionais, ou seja, com as nervuras dispostas paralelamente entre si e ortogonais as longarinas e baionetas. Objetivando a obtenção da relação peso/resistência de ambas as estruturas, uma simulação foi realizada no software Abaqus CAE 6.13 ”“ 4, onde torção e flexão foram os parâmetros
analisados. Espera-se como resultado um maior peso e maior resistência a torção e flexão por parte da estrutura geodésica, uma vez que esse modelo construtivo apresenta os mesmos componentes da estrutura convencional com acréscimo de 12 nervuras. Deseja-se verificar qual das duas configurações oferece a melhor relação peso/resistência. Palavras ”“ chave: Geodésica, convencional, peso, resistência, Abaqus CAE 6.13 ”“ 4.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Goossens, M., Mittelbach, F., & Samarin, A., 1994. The LaTeX Companion. Addison-Wesley.

Hinton, E., Sienz, J., & Afonso, S. M. B., 1995. Experiences with Olhoff’s ‘exact’ semianalytical algorithm. In Olhoff, N. & Rozvany, G. I. N., eds, First World Congress of Structural and Multidisciplinary Optimization (WCSMO-1), pp. 41”“46.

Mattiasson, K., 1980. Numerical results from large deflection beam and frame problems analysed by means of elliptic integrals. International Journal for Numerical Methods in Engineering, vol. 17, n. 1, pp. 145”“153.

Ramm, E., 1981. Strategies for tracing the nonlinear response near limit points. In Wunderlich, W., Stein, E., & Bathe, K. J., eds, Nonlinear Finite Element Analysis in Structural Mechanics, pp. 63”“89. Springer-Verlag.

Sienz, J., 1994. Integrated Structural Modelling, Adaptative Analysis and Shape Optimization. PhD thesis, University of Wales/Swansea.

Downloads

Publicado

2017-02-08

Como Citar

Alves, A. F. T., Guimarães, B. de S., Diniz, C. A. B., Bernardes, G. G., Junior, I. da S. L., Júnior, P. A. A. M., Cunha, P. P. S. R. da, Souza, P. M., Queiroz, R. Y. P. de, & Silva, W. R. (2017). ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MODELOS DE ASA CONVENCIONL E GEODÉSICA. Revista Interdisciplinar De Pesquisa Em Engenharia, 2(20), 37–46. https://doi.org/10.26512/ripe.v2i20.15002

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)