Aborto no Brasil:

impactos da ilegalidade na saúde pública

Autores

  • Vanessa Cruz Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).
  • Karla Ferraz dos Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Raquel Souzas Universidade Federal da Bahia
  • Benedito Gonçalves Eugênio Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Palavras-chave:

Planejamento Familiar, Saúde da Mulher, Aborto Induzido, Saúde Pública

Resumo

O aborto no Brasil proporciona impactos à saúde pública, devido, principalmente, ao elevado índice de morbimortalidade materna, isto porque, na maioria das vezes, sua prática ocorre de maneira clandestina e/ou insegura, por conta da ilegalidade do aborto para determinadas situações no país. Logo, é uma temática que remete várias reflexões como as de aspectos legais, morais, culturais, sócio-econômicos e bioéticos. Diante o exposto, o estudo tem como objetivo abordar acerca do aborto no Brasil e os impactos da ilegalidade na saúde pública. Estudo de revisão de literatura, descritivo e discursivo, realizado na base de dados Scielo e sites de órgãos e organizações governamentais e não governamentais. Evidenciou-se que a ilegalidade do aborto no Brasil é maléfica á saúde de mulheres que recorrem à práticas inseguras e/ou clandestinas, uma violação dos direitos humanos, da autonomia da mulher, além de propiciar impactos na saúde pública e, por vezes, este fato acontece devido ao déficit na qualidade da assistência prestada, especificamente à saúde sexual e reprodutiva, como as ações do Planejamento Familiar. Considera-se que a forma como o aborto tem sido tratado no país necessita de modificações, especialmente, no que diz respeito aos conflitos legislativos e bioéticos.

Descritores: Planejamento Familiar; Saúde da Mulher; Aborto Induzido; Saúde Pública.

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Biografia do Autor

Vanessa Cruz Santos, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).

Enfermeira; Mestranda; Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia ”“ PPGES/UESB; Bolsista da Co­ordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Membro do Grupo de Pesquisa Saúde e Qualidade de Vida da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, Jequié (BA).

Karla Ferraz dos Santos, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Enfermeira; Mestranda; Programa de Pós-Graduação em Enfermagem e Saúde, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia ”“ PPGES/UESB; Bolsista da Fun­dação de amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB); Membro do Grupo de Pesquisa Saúde e Qualidade de Vida da Universidade Estadual do Sudo­este da Bahia - UESB, Jequié (BA).

Raquel Souzas, Universidade Federal da Bahia

Socióloga; Doutora em Saúde Pública; Docente adjun­ta III do IMS-CAT/UFBA - Campus Vitória da Conquista/BA; Pesquisadora da Universidade de São Paulo ”“ USP do NESC/UFBA.

Benedito Gonçalves Eugênio, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Docente Doutor da Universidade Estadual do Sudo­este da Bahia / UESB, Vitória da Conquista/BA; Atua na Graduação e no Programa de Pós-Graduação em Educação.

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Publicado

18-08-2017

Como Citar

1.
Santos VC, Santos KF dos, Souzas R, Eugênio BG. Aborto no Brasil:: impactos da ilegalidade na saúde pública. Rev. G&S [Internet]. 18º de agosto de 2017 [citado 20º de abril de 2024];4(4):pag. 1527-1544. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/rgs/article/view/400

Edição

Seção

Artigos de Revisão