A TAREFA DE RECORDAR A PESSOA FALECIDA: CONSIDERAÇÕES SOBRE O AMOR EM KIERKEGAARD

Autores

Palavras-chave:

Amor, Morte, Existência, Dever Moral

Resumo

Com base na análise do penúltimo capítulo de As obras do amor do pensador dinamarquês Søren Kierkegaard, o presente artigo pretende esclarecer em que sentido a recordação da pessoa falecida deve ser compreendida como uma obra de amor, focando, sobretudo, no alcance moral dessa tarefa, isto é, apontando em que medida, esta recordação se apresenta como um modelo do amor a ser dirigido ao próximo.

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Biografia do Autor

José da Cruz Lopes Marques, IFCE

Graduado, mestre e doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Professor de Filosofia do Instituto Federal do Ceará (IFCE). Pesquisa temas ligados à Ética e à Filosofia da Religião, com ênfase nos seguintes autores, Agostinho, Anselmo, Tomás de Aquino, Pascal e Kierkegaard.

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Publicado

2022-06-02

Como Citar

Marques, J. da C. L. (2022). A TAREFA DE RECORDAR A PESSOA FALECIDA: CONSIDERAÇÕES SOBRE O AMOR EM KIERKEGAARD. Revista Brasileira De Filosofia Da Religião, 8(1), 267–287. Recuperado de https://periodicos.unb.br/index.php/rbfr/article/view/38449

Edição

Seção

Dossiê Kierkegaard e a Filosofia da Religião