Notas sobre a fala masculina e feminina entre os Apyãwa-Tapirapé

Auteurs-es

  • Koxamaxowoo Tapirapé
  • Mônica Cidele Cruz Unemat

DOI :

https://doi.org/10.26512/rbla.v11i02.28507

Mots-clés :

Língua apyãwa, fala masculina, fala feminina

Résumé

          Neste trabalho, apresento a pesquisa sobre a fala masculina e feminina que foi realizada na Aldeia Tapi’itãwa, Terra Indígena Urubu Branco, Município de Confresa-MT. Atualmente a população é de aproximadamente 1.000 pessoas, distribuídas em sete aldeias: Tapi’itãwa, Myryxitãwa e Tapiparanytãwa que pertencem ao município de Confresa-MT, Towajaatãwa, Wiriaotãwa e Inataotãwa, que abrangem o município de Porto Alegre do Norte-MT e Akara’ytãwa, pertencente ao município de Santa Terezinha-MT.  Tenho me preocupado com a fala masculina e feminina, porque vejo que muitas jovens mulheres não estão empregando a fala feminina como era antes, sendo substituída pela fala dos homens, como por exemplo: Ari (fala do homem), a’i (fala da mulher). O meu maior objetivo é de voltar algumas falas das mulheres para própria fala delas, de não falar mais a fala dos homens. É importante explicar que o meu povo Apyãwa apresenta algumas diferenças entre as falas masculina e feminina, e é esta a parte fundamental que vou descrever em minha pesquisa: a diferença de falas entre os homens Apyãwa e as mulheres Apyãwa.Dessa forma, estarei aprofundando o meu estudo, especificamente, em relação às falas dos homens e das mulheres, fundamento importante para cada sexo, no uso do dia-a-dia.

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Références

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Rodrigues, Aryon Dall’Igna. 1984-1985. Relações internas na família linguística Tupi-guarani. Revista Brasileira de Antropologia, vols. 27/28:33-53.

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Publié-e

2019-12-29

Comment citer

Koxamaxowoo Tapirapé, & Cruz, M. C. (2019). Notas sobre a fala masculina e feminina entre os Apyãwa-Tapirapé. Revista Brasileira De Linguística Antropológica, 11(02), 12. https://doi.org/10.26512/rbla.v11i02.28507

Numéro

Rubrique

Artigos