Luta de Línguas: Panorama Histórico-Cultural da Língua Portuguesa no Brasil do Século XVI

Autores

  • Maurício Silva Universidade Nove de Julho ”“ SP

DOI:

https://doi.org/10.26512/les.v15i1.8794

Palavras-chave:

Língua Portuguesa, Século XVI, Historiografia Linguística, Gramática.

Resumo

O presente artigo procura analisar alguns aspectos do panorama histórico cultural da língua portuguesa no Brasil no século XVI, a partir da perspectiva da Historiografia Lingüística. O presente artigo procura avaliar também as possibilidades de relação entre a linguagem e os domínios da gramática nessa época.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Biografia do Autor

Maurício Silva, Universidade Nove de Julho ”“ SP

Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo (USP). Professor do Programa de Mestrado e Doutorado em
Educação, na Universidade Nove de Julho (São Paulo), autor de diversos artigos e livros, entre os quais se
destaca Sentidos Secretos publicado em 2005.

Referências

AUROUX, Sylvain. A Revolução Tecnológica da Gramatização. Campinas, Editora da Unicamp, 1992.
AYROSA, Plínio. Primeiras Noções de Tupi. São Paulo, s.e., 1933.
BATISTA, Ronaldo de Oliveira. As Línguas Difficultosas e os Línguas Peritos. Artas de Gramática no Brasil Colonial dos Séculos XVI e XVII. São Paulo, FFLCH-USP, 2002 (Dissertação de Mestrado).
BOSI, Alfredo. Dialética da Colonização. São Paulo, Companhia das Letras, 1996.
BUENO, Silveira. Estudos de Filologia Portuguesa. São Paulo, Saraiva, 1967.
CÂMARA JÚNIOR, Joaquim Mattoso. Línguas Européias de Ultramar: o Português do Brasil. In: Dispersos. Rio de Janeiro, Lucerma, 2004.
CARVALHO, Joaquim Barradas. O Renascimento Português (Em Busca de sua Especificidade). Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1980.
CASAGRANDE, Nancy dos Santos. A Implantação da Língua Portuguesa no Brasil do Século XVI. Um Panorama Historiográfico. São Paulo, EDUC, 2005.
CASTELLO, José Aderaldo. A Literatura Brasileira. Manifestações Literárias do Período Colonial (1500-1808/1836). São Paulo, Edusp/Cultrix, 1975.
CASTRO, Sílvio. Brasil, Brasis, Brasília. Ensaio de Compreensão da Evolução cultural do Brasil, a partir da Carta de Pero Vaz de Caminha. A Carta de Pero Vaz de Caminha. O Descobrimento do Brasil. Porto Alegre, L&PM, 1985, p. 105-127.
CUNHA, Celso. Língua, Nação, Alienação. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1981.
ELIA, Sílvio. A Língua Portuguesa no Mundo. São Paulo, Ática, 2000.
FÁVERO, Leonor Lopes. Heranças ”“ A Educação no Brasil Colônia. In: Revista da Anpoll. São Paulo, No. 08: 87-102, Jan.-Jun. 2000.
FILHO, Leodegário A. de Azevedo. A Presença de Anchieta nas Origens da Literatura Brasileira. In: FILHO, Leodegário A. de Azevedo e ELIA, Sílvio. As Poesias de Ancheita em Português. Estabelecimento do Texto e Apreciação Literária. Rio de Janeiro, INL, 1983.
FLORES, Luiz Felipe B. Neves. O altar e a coroa iluminada: a educação de colonos e colonizados. In: MAGALDI, Ana M., ALVES, Cláudia, GONDRA, José G. (orgs). Educação no Brasil. História, Cultura e Política. Bragança Paulista, Edusf, 2003.
MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Ensaios para uma Socio-História do Português Brasileiro. São Paulo, Parábola, 2004.
MELO, Gladstone Chaves de. A Língua do Brasil. Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, 1975.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande e Senzala. Formação da Família Brasileira sob o Regime da Economia Patriarcal. Rio de Janeiro, José Olympio, 1987.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio, 1976.
HOUAISS, Antônio. O Português no Brasil. Rio de Janeiro, Revan, 1992.
MARIANI, Bethânia. Colonização Linguística. Língua, Política e Religião no Brasil (Séculos XVI a XVIII) e nos Estados Unidos da América (Século XVIII). Campinas, Pontes, 2004.
NUNES, José Horta. Dicionários no Brasil. Análise e História do Século XVI ao XIX. Campinas, Pontes, 2006.
O'GORMAN, Edmundo. A Invenção da América. Reflexão a Respeito da Estrutura Histórica do Novo Mundo e do Sentido do seu Devir. São Paulo, Unesp, 1992.
OLINDA, Sílvia R. M. A educação no Brasil no período colonial: um olhar sobre as origens para compreender o presente. In: Sitientibus. Revista da Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana, No. 29: 153-162, Jul./Dez. 2003.
PETTER, Margarida. Africanismos no Português do Brasil. In: ORLANDI, Eni P. (org.). Histórias das Idéias Linguísticas: Construção do Saber Metalinguístico e Constituição da Língua Nacional. Pontes/Unemat, Campinas, Cáceres, 2001, p. 223-234.
RIBEIRO, João. A Língua Nacional e Outros Estudos Linguísticos. Petrópolis, Vozes, 1979.
RIBEIRO, Maria Luísa Santos. História da Educação Brasileira. A Organização Escolar. São Paulo, Autores Associados, 1985.
SCHLIEBEN-LANGE, Brigitte. O multilinguismo como tema da linguística na Península Ibérica no século XVI. História do Falar e História da Linguística. São Paulo, Unicamp, 1993, p. 201-216.
SILVA, Maurício. Sentidos Secretos. Ensaios de Literatura Brasileira. São Paulo, Altana, 2005.
______. "A Língua Nacional e seu Estudo: Uma Conferência de Sousa da Silveira sobre o Português Brasileiro”, s.d. (mimeo).
TOBIAS, José Antônio. História da Educação Brasileira. São Paulo, Juriscredi, 1972.
TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América. A Questão do Outro. São Paulo, Martins Fontes, 1988.
VILLALTA, Luiz Carlos. Os Leitores e os Usos dos Livros na América Portuguesa. In:
ABREU, Márcia (org.). Leitura, História e História da Leitura. Campinas, Mercado de Letras, 1999, p. 183-212.
______. Uma Babel Colonial. In: Revista Nossa História. Rio de Janeiro, março 2004, p. 58- 63.
WYLER, Lia. Línguas, Poetas e Bacharéis. Uma Crônica da Tradução no Brasil. Rio de Janeiro, Rocco, 2003.

Downloads

Publicado

2014-06-23

Como Citar

Silva, M. (2014). Luta de Línguas: Panorama Histórico-Cultural da Língua Portuguesa no Brasil do Século XVI. Cadernos De Linguagem E Sociedade, 15(1), 36–49. https://doi.org/10.26512/les.v15i1.8794

Edição

Seção

Artigos de pesquisa