Uma etnografia e o seu propósito: os suruí de Rondônia

Autores

  • Denise Maldi Meireles

Palavras-chave:

Antropologia, Crítica

Resumo

No atual Estado de Rondônia vivem hoje várias sociedades Tupi que, com raras exceções, não foram estudadas por antropólogos. Betty Mindlin escolheu a região para fazer a sua pesquisa de campo, junto aos índios chamados Suruí, que se auto-denominam Palter, e o livro aqui resenhado * é uma versão sem modificações da sua tese de doutoramento apresentada à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Sem dúvida, a obra, enquanto uma etnografia, desperta curiosidade, por se tratar de um levantamento pioneiro junto a um grupo sobre o qual existiam tão escassas informações. A realização de um trabalho desse gênero oferece ao pesquisador oportunidades ímpares para a construção de modelos teóricos na tentativa de interpretação e da compreensão do outro.

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Referências

FABIAN, Johannes. Time and Other ”” How Anthropology Makes Its Object. Nova Iorque: Columbia University Press, 1983.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das cultveras. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
RODRIGUES, Aryon Dall’Igna. A Classificação do Tronco Lingüístico Tupi: Revista de Antropologia, v. X II: 1-2, 1964.
SCHULTZ, Harald. Vocabulários URUKU e DIGUT. In Journal de la Societé des Americanistes de Paris, n.s„ v. 44, 1955.

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Publicado

2018-01-25

Como Citar

Meireles, D. M. (2018). Uma etnografia e o seu propósito: os suruí de Rondônia. Anuário Antropológico, 10(1), 283–294. Recuperado de https://periodicos.unb.br/index.php/anuarioantropologico/article/view/6369