Entre dois paradigmas: combate à seca e convivência com o semi-árido

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Roberto Marinho Alves da Silva

Resumo

Grande parte dos diagnósticos e proposições sobre o semi-árido brasileiro tem como referência imagens historicamente construídas sobre um espaço-problema, terra das secas e da miséria. Na primeira metade do século XX, surgem olhares críticos sobre as causas estruturais e conseqüências da miséria regional. Essa perspectiva crítica volta a ganhar força na década de 1980, com as propostas e ações para convivência com o semi-árido. Tanto o combate à seca quanto a convivência com o semi-árido vinculam-se a visões de mundo que orientam os conhecimentos e práticas dos atores sociais, influenciando a formulação e execução de políticas públicas no semi-árido. O presente artigo analisa as
relações entre essas duas perspectivas com os diferentes paradigmas de desenvolvimento no semi-árido brasileiro.

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Como Citar
Silva, R. M. A. da. (2011). Entre dois paradigmas:: combate à seca e convivência com o semi-árido. Sociedade E Estado, 18(1-2). Recuperado de https://periodicos.unb.br/index.php/sociedade/article/view/5041
Seção
Artigos
Biografia do Autor

Roberto Marinho Alves da Silva

Filósofo, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

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