Ações Afirmativas e posicionalidades:

de quem é essa luta?

Autores

  • Luciana de Oliveira Dias

Palavras-chave:

Negras Antropologias, Raça, Posicionalidade, Interseccionalidade

Resumo

Esta conferência foi proferida pela antropóloga negra Luciana de Oliveira Dias no V Negras Antropologias, evento organizado pelo Coletivo Zora Hurston. A partir de um olhar crítico e interseccional a respeito do racismo no Brasil, Luciana buscou fundamentar a luta por agências antidiscriminatórias e reparadoras, como as políticas de ações armativas para o ingresso nas universidades. Estas que já demonstram efetividade ética, estética e epistêmica, inclusive, muito por conta das contribuições de mulheres negras a partir da posição de “estrangeiro de dentro” na realidade social. Sendo assim, é responsabilidade de toda essa sociedade empreender uma luta antirracista, antipatriarcal, anticapacitista, antilgbtfóbica, enm antidiscriminatória, em busca de realização de justiça social e efetivação de direitos humanos, sem esquecer do protagonismo dos sujeitos demandantes.

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Referências

COLLINS, Patricia Hill. Aprendendo com a outsider within: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Revista Sociedade e Estado, Brasília, v.31, n.1, p. 99-127, jan./abr. 2016.

DIAS, Luciana de Oliveira. Quase da Família: corpos e campos marcados pelo racismo e pelo machismo. Revista Humanidades e Inovação, v.6, n.16, p. 8-12, 2019.

EVARISTO, Conceição. Becos da memória. Rio de Janeiro: Pallas, 2017.

GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: UCPA. Lélia Gonzalez: primavera para as rosas negras. São Paulo: UCPA Editora, 2018.

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Publicado

12/16/2022

Como Citar

DE OLIVEIRA DIAS, Luciana. Ações Afirmativas e posicionalidades:: de quem é essa luta?. Pós - Revista Brasiliense de Pós-Graduação em Ciências Sociais, [S. l.], v. 17, n. 2, p. 16–21, 2022. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/revistapos/article/view/46193. Acesso em: 28 fev. 2024.

Edição

Seção

Caderno Virgínia Bicudo